iFolha - Trabalho versus Saúde mental

Ifolha - Folha da Região


Olimpia, 16 de Fevereiro de 2020
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 11/02/2020
REGISTRE-SE
SUGIRA O SITE PARA UM AMIGO

 


Notícias
Arte e Cultura
Cidades
Comportamento
Economia/Turismo
Educação
Esportes
Falecimentos
Geral
Justiça
Polícia
Política
Saúde
Entretenimento
Bastidores/TV
Beleza
CD/Dicas
Cinema
Classificados
  - Casas
  - Carros
  - Motos
  - Diversos
Coluna da Bruna
Culinária
  - Doces
  - Salgados
Datas
Dicas
Empresas
Horóscopo
Humor
Livros
Notícias/TV
Novelas
Perfil/TV
Viagem
Viver Bem
Opinião
Artigos
Coluna do Arantes
Editorial
Zanoliando
Rádio / TV
Cidade em Destaque
Radio iFolha
TViFOLHA

Ifolha

Olimpia, 09 de Setembro, 2019 - 14:24
Trabalho versus Saúde mental

Todos parecem trabalhar demais. Um período de oito horas não é mais suficiente para cumprir a demanda do trabalho. Trabalha-se muito e cuida-se muito pouco da saúde do corpo e da mente.

A competitividade no mercado de trabalho aumentou significativamente nos últimos anos. Seus efeitos são rotinas extremamente estressantes e funcionários submetidos à pressão contínua na busca de resultados e melhora de desempenho. Estes são fatores que podem afetar diretamente a qualidade de vida e saúde do empregado, causando inclusive quadros de depressão.

Alguns dos primeiros sinais de um quadro depressivo são irritabilidade, insônia, dores sem causa clínica definida, cansaço excessivo, baixa produtividade e dificuldade para tomar decisões, que não passam mesmo após um período de férias, por exemplo. Além da pressão e do excesso de trabalho representarem complicadores, situações variadas podem atingir os indivíduos de forma diferente.

E têm ainda outras agravantes. As atribuições do cargo também devem ser consideradas fator de risco para a doença. Um executivo, por exemplo, que não gosta de falar em público, sentindo-se desconfortável e ansioso, mas precisa fazer apresentações a grupos ou dar palestras pode ser forte candidato a torna-se depressivo.

Em longo prazo, quadros de depressão não tratados podem resultar no afastamento das atividades, elevando o absenteísmo nas empresas, ou até mesmo em demissão, já que a baixa produtividade e o desinteresse pela rotina podem afetar a avaliação da empresa sobre o funcionário.

Por isso, é importante reconhecer os sintomas e buscar ajuda médica. Os principais são tristeza, perda de interesse, ansiedade, angústia, desesperança, estresse, culpa, ideação suicida, baixa energia, alterações no sono, dores inexplicáveis pelo corpo (sem causa clínica definida), dor de cabeça, dor no estomago, alterações no apetite, alterações gastrintestinais, alterações psicomotoras, entre outras.

A depressão, muitas vezes, se manifesta emocionalmente e fisicamente no paciente, causando diversas dores e incômodos. Para estes quadros, existem tratamentos que combatem ao mesmo tempo essas duas classes de sintomas, com perfil de tolerabilidade, aspecto importante para uma medicação que geralmente necessita ser utilizada por períodos longos.

Para tentar escapar de tudo isso, uma atitude positiva é tentar não levar os problemas do trabalho para casa, investir nos momentos de lazer, ter um hobby, fazer caminhadas, procurar ter uma alimentação natural e equilibrada, não fumar e nem beber.

Principalmente, procurar encarar as dificuldades que a vida impõe de modo otimista e valorizar as pequenas coisas.


Comentários - 0
Seja o primeiro a comentar
 
Ultimas Noticias
11 de Fevereiro, 2020
Férias curtas? - 88
11 de Fevereiro, 2020
Ter atitudes positivas e viver de bem com a vida é essencial - 159
11 de Fevereiro, 2020
Lexa acaba de lançar “Aquecimento da Lexa” - 140
11 de Fevereiro, 2020
O filme "Vendo da Liberdade" já está disponível - 157
11 de Fevereiro, 2020
Purê ao Forno - 105


Compartilhe: Facebook Orkut Twitter
       




















Site oficial do jornal Folha da Região de Olímpia | Fone: (17) 3281 6432
Desenvolvido por Infinity Web Sites