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Olimpia, 06 de Outubro, 2019 - 18:45
Vacina Pentavalente falta há dois meses em Olímpia e previsão é chegar em novembro

Segundo informações extraoficiais – a assessoria de imprensa da prefeitura fechou os canais de informação com esta Folha – a vacina pentavalente destinada a bebês a partir de dois meses de idade, está em falta na rede pública de Olímpia há pelo menos dois meses e a previsão de normalização pode acontecer somente em novembro.

A vacina pentavalente previne contra cinco tipos de doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B. Aplicada aos 2, 4 e 6 meses de vida, a vacina imuniza os bebês contra tais enfermidades.

Segundo foi apurado por esta Folha, desde o início de agosto que zeraram os estoques da vacina nos postinhos e no “postão” da cidade, o que tem provocado muitas famílias a gastarem entre R$ 250 e R$ 350 em clínicas particulares para imunizarem seus bebês.

De acordo com o Ministério da Saúde, os lotes mais recentes da vacina Penta BR recebidos do laboratório indiano Biolo­gicals e Limeted India foram reprovados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde - INCQS e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária- Anvisa. Com esse problema, cerca de 3 milhões de doses precisaram ser devolvidas! Não há uma previsão para a estabilização dessas doses.

VACINAS FORAM DEVOLVIDAS

E a situação é ainda mais delicada, uma vez que a cobertura vacinal do Brasil está em queda. No ano passado, 312 cidades tinham alto risco de retorno da poliomielite.

A Penta BR, que é a que o Governo Federal oferece, protege contra: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e haemophilus influenzae tipo b (hib). Já, na rede particular, a pentavalente tem: a difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenzae tipo b (hib) e a pólio inativada.

PREVISÃO É NOVEMBRO

Segundo ainda informações do Ministério da Saúde que foram passadas recentemente à imprensa nacional, não há disponibilidade imediata da vacina pentavalente no mundo. Teriam sido adquiridos 6,6 milhões de doses que começaram a chegar ao Brasil em agosto, de forma esca­lonada. A previsão é que o abastecimento volte à normalidade em novembro. Quando os estoques forem normalizados, o Sistema Único de Saúde (SUS) fará uma busca ativa pelas crianças que completaram 2, 4 ou 6 meses de idade entre os meses de agosto e novembro para vaciná-las.

Segundo o ministério, o país demanda normalmente 800 mil doses mensais dessa vacina. O abastecimento está parcialmente interrompido desde julho, situação comu­nicada aos estados e municípios. Entretanto, não há dados que ensejem emergência epidemioló­gica no Brasil das doenças cobertas pela vacina pentavalente.

A vacina pentavalente é aplicada em três doses. Aos dois, quatro e seis meses. Para atender os cerca de 3 millhões de crianças que nascem anualmente no País, portanto, seriam necessárias 9 milhões de doses por ano.

RECOMENDAÇÕES

Para órgãos ligados à saúde infantil, a vacina é fundamental e, apesar do impacto da falta da vacina, não há o que fazer no momento. Segundo um especialista da área: “Não dá para colocar a criança numa bolha. Ela precisa frequentar as atividades do dia a dia, como ir a creches, porque os pais têm que trabalhar e não têm com quem deixar a criança. Não dá para sugerir soluções mágicas. Infelizmente, não tem o que fazer, temos que aguardar a normalização dos estoques e torcer para que isso ocorra o mais rápido possível”, afirma.

Para quem tem condições financeiras, o pesquisador sugere tomar a vacina na rede privada. “Os pais que tiverem a possibilidade de adquirir a vacina devem buscar essa opção, se for possível, uma vez que é uma vacina muito importante, principalmente a primeira dose, aos 2 meses de idade”. Nas clínicas particulares, a dose da vacina pentavalente pode chegar a custar em torno de R$ 395.

Outra indicação é que os pais tentem aplicar as vacinas separadamente. “Se os pais encontrarem as vacinas, mesmo que não seja a completa, a que oferece a proteção para algumas dessas doenças, ele deve buscar tal opção até que se restabeleça a imunização normal”. Para quem optar por aplicar as vacinas separadamente, convém ligar para as unidades de saúde e conferir a disponibilidade. As vacinas separadas são a tríplice bacteriana (contra coqueluche, tétano e difteria) e hepatite B, disponíveis na rede pública. A que previne isoladamente contra as infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo B só está disponível na rede privada, custando em torno de R$110.

DAR OUTRAS VACINAS

Também é indicado que os pais não deixem de dar aos bebês as outras vacinas que são aplicadas na mesma data que a penta­valente. O fato de não ter a pentavalente disponível não significa que as outras não estejam disponíveis, e elas são igualmente importantes. Então, a despeito da falta da pentava­len­te, a população não deve deixar de buscar as demais vacinas e atualizar o calendário de seus filhos.

Além da pentavalente, as vacinas aplicadas aos 2 e 4 meses de idade são a VIP, contra a poliomielite, também conhecida por paralisia infantil; a VORH, contra a gastroenterite, que é dada por meio de gotinhas na boca do bebê; e a pneumocócica 10V, contra doença invasiva pneumo­có­cica, meningite, pneumonia e otite. Aos 6 meses, o bebê recebe somente a vacina pen­tavalente e a VIP.

Os especialistas acreditam que a falta da pentavalente preocupa, sobretudo por causa da difteria. Países próximos registraram surto da doença, uma infecção causada por bactéria, transmitida pela tosse, pelo espirro ou pelo contato com objetos ou roupas contaminadas. 

Outro problema identificado é a coqueluche. Nos últimos dois anos, os casos da doença subiram. O maior receio são os casos precoces, identificados em bebês com menos de seis meses. Nessa situação, a infecção geralmente é mais grave.


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