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Olimpia, 07 de Janeiro, 2018 - 14:49
Você se considera um imbecil? E acredita que fará o que no futuro?

 

ENTÃO 2017 ...

... foi pro espaço e com ele muitas coisas que queríamos fazer e não deu tempo, ou mesmo não tivemos condições de fazer.

FICA PELO ...

... menos a certeza de que fizemos o máximo possível para ser aquilo que projetamos ser, quem projetou, caso contrário, apenas passarmos 365 dias como zumbis ou robôs, vagando pelo tempo.

MAS, A GRANDE ...

... dúvida que fica é a de que será que conseguiremos fazer alguma coisa em 2018, diferente de trabalhar pela mera sobrevivência, vivendo uma rotina incansável de trabalhar arduamente durante os dias da semana para pagar as contas e no final de semana encher a cara para esquecer que tivemos que trabalhar.

SE VOCÊ ...

... parar para pensar, a rotinha de quem vive assim não é muito diferente de qualquer animal que vive apenas para ceder o seu leite, ou para puxar carroça. Ou é?

AH! MAS ...

... você vai querer dizer que tem a liberdade de fuxicar a vida dos outros pela internet, tem liberdade de escolher quem vai te governar e, portanto, é diferente do animal, pois você é livre para escolher seu próprio destino.

SERÁ? ...

... perguntaria o grande Friedrich.

QUANDO VOCÊ ...

... fuxica ou dá o seu pitaco pela internet, você pelo menos tenta pesqui­sar um pouco antes de dar a sua importante mera opinião, mero achismo? Se não, meu querido, você está simplesmente emitindo um julgamento imbecil de quem não tem nem conhecimento de sua própria imbecilidade.

ANTES DE ...

... xingar o colunista, espera para ler o porquê. Quem não pesquisa antes de se manifestar, quem não faz uma verdadeira pesquisa científica para tentar enxergar as coisas mais amplamente, simplesmente vai estabelecer um julgamento, geralmente vai condenar alguém, sem conhecer os fatos, as circunstâncias e nem as várias interpretações que o tema tem, que dirá aquilo que já se estudou ou experimentou sobre o mesmo assunto. Vai simplesmente reagir sem pensar, como se fosse o burro que puxa a carroça e é açoitado pelo dono para fazer isso ou aquilo, por mera reação.

E O PORQUÊ ...

... de tudo isso, sem achismo, ou mera opinião, mas após muita leitura e pesquisa histórica, este jornalista chega à conclusão que a nossa educação que vem da moral e dos costumes de nossos pais e da sociedade onde vivemos é parecido com uma formatação de um computador.

ATRAVÉS ...

... de algoritmos representando sim ou não, ou isso pode e isso não pode, somos programados para ser os robôs de carne e osso, ou zumbis que vivem vagando o tempo todo em busca da mera sobrevivência: trabalho e sexo e cachaça.

PASSAMOS ...

... todo o nosso tempo entre o nascimento e a morte vegetando, pastando, ou simplesmente inertes vendo a vida passar rapidamente sem fazer nada. Apenas esperando a morte chegar. Sendo sempre aquilo que a tal da sociedade determinou que fôssemos.

COMEMOS ...

... aquilo que está na moda, ou que vem da tradição, passada de pai pra filho. Cultuamos conceitos de certo e errado que nunca questionamos, nos foram socados na cabeça por repetição ou por reflexo condicionado, parecido com o adestramento de animais. Se fizer aquilo fica de castigo. Se fizer o outro apanha. E assim somos “ensinados” a ser os robôs que somos.

ATÉ O TESÃO ...

... depende da moda, do Deus Mercado. Pois em razão da produção em série, as roupas não sendo mais feitas com suas medidas exatas, é melhor criar padrões como o P, M, G e GG, para poder fabricar milhares ao invés de um a um.

ENTÃO, ...

... cria-se nas pessoas o conceito de que beleza é sinônimo de magreza. Mas como explicar tantas obras do passado retratando mulheres, principalmente, mais cheinhas? Naquela época o que predominava eram as costureiras e os alfaiates que faziam roupa sob medida e não as grandes indústrias que fabricam milhares por hora.

NA VERDADE, ...

... a situação em 2018 vai caminhar mais um pouquinho para piorar ainda mais as coisas. Pois não dá para acreditar em mudanças depois de quase 3 mil anos que a situação continua a mesma. A grande minoria usa e se lambuza com a quase totalidade daquilo que a grande maioria produz.

OU SEJA, ...

... desde que o homem europeu (de onde nos originamos) repartiu as terras e fez surgir o capitalismo, que cidadão que tem direitos reais são apenas os detentores das propriedades, do dinheiro e dos meios de produção. O resto tem que vender o seu tempo para poder sobreviver.

ORA, ...

... o que o escravo fazia além de trabalhar para mera sobrevivência? Na Atenas da época de Platão, se o sujeito ficasse devendo para o outro e não conseguisse pagar, como forma de sobreviver, tinha que se tornar escravo do credor.

O QUE ...

... “nosotros” estamos fazendo atualmente, senão trabalhar para sobreviver. A diferença está apenas na figura do dono do escravo. Não temos mais apenas um senhor de carne osso. Agora temos uma figura fictícia que tem o poder de estabelecer o que deve e o que não deve ser feito e até ditar os padrões de como vivemos, chamado “deus mercado”.

O MERCADO ...

... que derruba até presidentes nos condena à imbecilidade, pois requer sempre que sejamos cada vez mais robôs e menos humanos, para poder aceitar calados tudo o que nos impõe goela abaixo.

MAS, O PIOR ...

... é o que está por vir, já que está havendo uma revolução no mundo dos escravos e ninguém está percebendo isso. Os meios de produção, calcula-se que em dez, no mais tardar, 15 anos, estarão todos mecanizados, ou seja, não necessitarão mais dos robôs e zumbis de carne e osso para produzir as riquezas de quem detém as terras, o capital e os meios de produção, ou seja, quem vende o seu tempo para sobreviver.

ACREDITAM ...

... alguns cientistas que por volta de 2030 tudo será produzido pelas máquinas, até no campo, que hoje já tem tecnologia suficiente para não precisar de trabalhador braçal.

O QUE SURGIRÃO, ...

... acreditam alguns, serão os prestadores de serviços em áreas que a máquina não conseguir superar, ou seja, onde houver necessidade de reflexão, de decisão pensada, daquilo que a máquina talvez não consiga superar o homem, que é o seu pulsar, a chamada emoção, o sentimento.

MAS ...

... para estes novos tipos de relação que, acreditam, seria a contratação para desenvolver ou implantar projetos, necessitaria de mão de obra cada vez mais qualificada, ou seja, de cabeças realmente pensan­tes, não robôs for­matados para não pensar, para não refletir criticamente.

E AÍ, A ...

... a grande pergunta que fica é: como ficam os 80% de nossa população que saiu, está saindo e continuará saindo ainda por muito tempo das escolas sem saber ler e interpretar um texto, sem competências mínimas para tomar decisões refletidas?

É SIMPLES. ...

... É só olhar nos sites de relacionamento que você vai se assustar com o tamanho do número daqueles que os intelectuais chamam hoje normalmente de imbecis, por não terem condição de refletir criticamente.

E O PIOR ...

... vai ser você olhar para si mesmo e perceber que o mundo que se avizinha não vai comportar você. Ou seja, que você está no meio deste clube composto pela maioria que os intelectuais consideram máquinas humanas, verdadeiros idiotas para não repetir o termo que atualmente utilizam.

A ÚNICA ...

... saída que se vislumbra é o que está acontecendo em países pequenos, como a Finlândia, onde se instalou a chamada social democracia, que prevê o financiamento dos mais pobres pelos mais ricos.

OU SEJA, ...

... onde os mais ricos pagam mais impostos, o suficiente para promover uma melhor distribuição de renda, onde um lixeiro vai ganhar pouco menos que um médico e todos terão direito às mesmas oportunidades através de uma educação que explora as potencialidades de cada um e não o seu posiciona­mento na pirâmide social.

José Salamargo ... desejando que 2018 seja o marco da criação de um projeto que consiga fazer com que todos possam ter as mesmas oportunidades em um futuro que se vislumbra como ameaçador.



Comentários - 1
Dourado
Publicado em 09 de Janeiro, 2018

Sem reparos nessa exortação repetitiva do articulista, que deve ser assim mesmo, em levando em consideração exatamente a alienação política que campeia pela sociedade, de um modo geral só interessada na roupa prêt-à-porter e demais itens de consumo que facilitam o uso da capacidade intelectual limitada dessa maioria formatada pela imbecilidade do analfabetismo funcional. É incorreto dizer que do Deus-mercado tudo depende! Seria sim, como dito no programa de governo do PT (2002)(aquele que não foi colocado em prática pelo retirante nordestino) que tudo é acordado (de acordo) com a mão invisível do mercado que é capaz de manusear o debate público de tal maneira que os acordos clientelistas substituam a proteção e justiça sociais, o ambiente democrático e a liberdade. Que o mercado derruba até presidentes é aceitável como teoria, mas só relembrando, não foi o caso de Dilma, cujo impeachment teve todos os fundamentos legais (e constitucionais) para sua votação favorável, cujos antecedentes já vinham desmoralizando e falindo o Estado brasileiro desde que Lula optou pela coalizão PTPMDBPP supostamente acreditando que isso facilitaria aquela tal de governabilidade, mas que soe ficou provado que tal coalizão teria como objetivo único garantir a execução de um projeto de poder baseado na ambição política (os militantes petistas desconheciam tudo isso e não concordariam no caso de um plebiscito interno) e no uso de canais privilegiados de corrupção destinada a obter propina para financiar eleições, sustentar a máquinas desses partidos e enriquecimento ilícito das cúpulas. Tudo isso ficou provado pelas quadrilhas determinadas (descobertas, investigadas por PF e MP) pelos Tribunais Superiores, desmentindo qualquer outra versão que os adeptos do golpismo possam dar ao afastamento de uma presidente pau-mandado colocado no Palácio para fazer ante-sala ao projeto pessoal do volta-Lula. Ainda que essa versão verdadeira, não em tese, mas aprovada institucionalmente, tenha desagradado desde os bolsistas de todo naipe, passando pelos favorecidos pelo aparelhamento de muitas instituições, ong's e movimentos sociais até chegar na classe política favorecida por aquela coalizão que ficou sem chão lastreada naqueles objetivos a que se propôs. E para finalizar, pensando que até 2050 serão mais de 7 bilhões de bocas para serem alimentadas mundo-afora, essa substituição braçal é dramática e perniciosa, porém necessária e deveria vir acompanhada de políticas educacionais e profissionais que pudessem elevar o conhecimento dos trabalhadores braçais que estão sendo substituídos. Não há como ser diferente! ainda que penso (PENSO!) que no caso do Brasil, pela sua extensão territorial e terras cultiváveis abundantes, essa drástica revolução tecnológica poderia ser adiada (em parte), através de uma ampla Reforma Agrária legal, sustentável e financiada, capaz de elevar o emprego na agricultura a níveis exemplares de erradicação rápida do desemprego endêmico (legado da era do petismo-lulista), dando segurança alimentar para nossa explosão demográfica à vista e elevando todos os demais indicadores sociais que, hoje, tanto afligem a sociedade, se não acabando, mas minorando a violência no campo(e urbana), a falta de saúde e dos centros educacionais. Já não é nem mais utopia pensar nessa divisão das grandes propriedades rurais improdutivas: é uma imposição que certamente incomoda os que detêm os latifúndios, mas continua sendo um grito de desespero de milhões de brasileirinhos que estão na miséria passando fome!

 
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