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Olimpia, 19 de Março, 2017 - 13:20
Política Sim! Sem a Imbecil Polarização e sem Fanatismo!

Rapidinhas

- Culturais

Para os loucos por uma telo­na, filmes imperdíveis: “Moon­light: Sob a Luz do Luar”; “La La Land: Cantando Estações; “Silêncio (filme elogiadís­simo, de Martin Scorcese”, uma obra-prima, conforme avaliação do Daily News; “Um Limite Entre Nós”.

- Volta às telas o clássico “Hiro­shima Meu Amor”, de Alain Resnais. Seu primeiro longa é uma mesclagem perfeita entre a ficção e o documentário. Uma mistura que só dá certo quando o diretor é muito bom.

- O longa de Resnais, que i­na­ugura a nouvelle vague francesa, é obra que marca, definitivamente, o moderno cinema francês; no Brasil, movimento van­guardista na sétima arte tupini­quim recebeu o nome de cinema novo, cujo representante-mor foi Glauber Rocha, que levou a modernidade cinematográfica brasileira às últimas conse­quências.

- Em 1959, ano de lançamento de “Hiroshima Meu Amor”, foi também apresentado no Festival de Cannes (França) “Os Incompreendidos”, de François Truffaut, outro fundador da nouvelle vague. Antes deles, porém, faz-se mister citar os pioneiros do movimento: Claude Chabrol (“Nas Garras do Vício”, 1958) e Agnes Varda (“La Point Court, 1955).

- Em 1956, Resnais lançara  o documentário “Noite e Neblina”, sobre campos de concentração.

- Sérgio Alpendre, Folha, dom., 12/3/2017, ilustrada C5, fala de “uma câmera inquieta e inconformada, tanto em “Hiroshima” quanto em “Noite e Neblina” – marca registrada do grande Alain Resnais.

E mais: “Renais apresenta um belíssimo e original drama histórico e ajuda a avançar alguns degraus o cinema moderno” – e ajuda muito mais a avançar incontáveis degraus a indignação, o inconformismo e a revolta contra a “bomba” , contra a guerra, enfim, contra toda forma de violência, por meio da “excelência artística e rigor”, ou seja, “cinema em sua mais rica expressão”. Um cinema comprometido com o seu tempo, sem deixar de ser arte pura.

- Emmanuelle Riva e Eiji Okada são os atores principais do filme. Riva faleceu neste mês.

Outra Notas

- Emoção pura é o que proporcionam os kids do The Voice Brasil. Emoção e talento. Muitos que se dizem cantor (ou cantora) devem ficar um tanto quanto em dúvida se são mesmo cantores ao ouvir a meninada cantando pra valer, nas tardes de domingo.

- As novelinhas da Globo andam em baixa. Críticos falam do “fracasso” da novela das nove. A das dezoito horas caminha depressinha para o final. Que saudade de “O Velho Chico”, quando Domingos Mantagner, Irandhir Santos, Dira Paes e Lucy Alves davam um show a cada cena.

- Da terra

A cidade não comemorou como Olím­pia merece o seu aniversário. Estamos devendo. São tempos, realmente, de vacas magras. Além dos cantantes que fizeram o show em homenagem aos 104 anos da cidade, bem que poderíamos ter apreciado um Rolando Boldron, um Almir Satter, um Renato Teixeira, um César e Paulinho (aqui pra ficar no campo do sertanejo, que é a alegria do povo)...

- A pasta da Cultura, capitaneada pela minha amiga Tina Riscalli, precisa primar pelos eventos culturais em uma cidade que se pretende turística _ não só por isso, pois cultura de qualidade é o que a pasta deve oferecer à cidade (aos seus cidadãos). Que seja diversifica­da, que contemple todas as áreas em que a cultura se insere: música, dança, teatro, pintura, escultura, etc, etc. Bom trabalho, d. Tina. A cidade merece!

Certas Notas

- No fio da navalha! Pois é, seu Zé, pois é... Seu João Doria tem chamado com fre­quência empresas privadas para “ajudar” na zeladoria da cidade. O setor privado colabora, e o retorno é publicidade gratuita para os colaboradores.

- O fato tem produzido discussões em relação à conduta do sr. prefeito – principalmente quanto à ética na política. As contribuições privadas, espera-se, permitirão à prefeitura uma poupança bastante razoável: R$ 20 milhões/ano.

- Perguntas (e perguntar não ofende, não deveria ofender, mas...) questionando os limites entre público e privado começaram a “pipocar”. Como é que o sr. João Doria avalia essa questão das doações privadas?

- Além de propaganda gratuita (a prefeitura faria e pagaria essa publicidade?), o convite para que os empresários ajudem na gestão da cidade não envolve (no caso Doria) nenhuma troca de favor. Caso isso ocorresse, não passaria de pura corrupção. A esquerda (bem à esquerda) não vê com bons olhos essa doações – “Num país patrimonialista como o Brasil, contudo, a desconfiança tem ampla razão de ser, diz editorial da Folha, de  13/3/2017, A2 opinião.

- Se as normas legais estabe­lecidas para tais situações (como a efetivada por Doria) não forem rompidas, não há como negar que a atuação da iniciativada privada na administração pública é sempre saudável e até recomendada, desde que o interesse da população e as contribuições não virem um balcão de negócios (“não se convertam em oportunidades de negócios – que as colaborações sejam feitas com total transparência, e que todos os empresários (todos eles!) tenham tratamento igualitário.

- A atitude do sr. João Doria fazem-nos lembrar das PPPs (Parcerias Públicas Privadas). Com algumas especificidades dorianas. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

- Pra aliviar, mais belos filmes para os amantes da tela grande: “Manchester à Beira Mar” (com Casey Affeck, Oscar de melhor ator); “A Chegada”, “Lion: Uma Jornada para Casa” (lindo filme!); “Até o Último Homem”; “Estrelas Além do Tempo”, “A Qualquer Custo”. Não se esqueçam do pacote de pipocas.

- Frase (ridícula) da semana: [a demarcação de terras] “não enche barriga” de ninguém. Que espressões, que vocabulário pobre e desabonador usam alguns de nossos pliticos: O governo Temer é uma “pin­gue­la” (FHC); “suruba” (Rome­ro Jucá), “encher barriga” é do sr. Osmar Serraglio (Justiça) e por aí vai la nave... Sem falar no discurso do sr. Michel Temer no “Dia Internacional da Mulher”.

- Serraglio é ligado ao agro­negócio e, segundo d. Marina Silva, o ministro é politicamente identificado com os ruralis­tas, uma das partes em (eterno) conflito.

- Para Marina Silva, os índios correm perigo (“estão ameaçados”). A ex-senadora afirmou que o avanço da bancada ruralista, no Congresso e no governo do sr. Temer, ameaçam os direitos dos índios.

- Marina ficou de cabelos em pé quando o sr. Michel Temer nomeou o sr. Serraglio para a pasta da Justiça. Ela deve ter motivos e razões que sustentam sua preocupação.

Mais Notas

- Doações legais, segundo a Suprema Corte (STF) de empresas a candidatos poderão, sim, ser consideradas formas disfarçadas (camufladas) de propina – pela primeira vez, os ministros da segunda turma admitiram tal fato. O senador Waldir Raupp (PMDB-RO) que o diga. Raupp foi condenado (tornaram-no réu os srs. ministros) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

- A doação pode até ser legal, mas pode ser fruto de dinheiro sujo. Daí...

- Seu Aécio Neves reagiu à discussão da Suprema Corte. Defendeu que sejam diferenciados os que fizeram fortuna pessoal via corrupção de quem se limitou a receber o dinheiro para a campanha eleitoral. Pano rapidinho.

- O senador Aécio Neves não quer todo mundo no mesmo bolo. Doação de campanha é uma coisa, corrupção é outra coisa.

- Seu Aécio, e quando as doações de campanha são feitas como a clara intenção de lavar dinheiro da corrupção? E daí?

- A tese essencial dos srs. investigadores da Lava Jato: “doações eleitorais, incluindo as registradas e aprovadas pela Justiça, se forem utilizadas para lavar o dinheiro da corrupção, com o presumível conhecimento dos beneficiários, é crime.

Pílulas

- Gente altruísta (até demais): o laboratório EMS está contribuindo pra valer com o sr. Doria – será doado 1,78 milhão de doses de medicamentos à rede municipal de saúde.

- Pelo cronograma estabelecido, as  doses já devem estar nas UBSs desde ontem 17/3).

- O lote está avaliado em R$ 1,1 milhão. A maior parte é de um antialérgico. Doze laboratórios farmacêuticos estão dando uma mãozinha ao prefeito paulistano.

- Mais uma vez: não haverá custo para a prefeitura, nem contrapartidas. Tomara.

- É  de se aplaudir o altruísmo, a abnegação, a filantropia, o despreendimento e o amor ao próximo desses colaboradores.

Reflexão

- “Livre pensar é so pensar”, a frase é do sr. Millôr Fernan­des. Seja de esquerda ou de direita todas as opniões sensatas devem ser consideradas e analisadas.

Pois é, todos sabemos que o avanço da direita (e em alguns casas da extrema direita) vai de “vento em popa” na Europa e na terra de Tio Sam. Agora a “ameaça” vem da Holanda. Geert Wilders é xenófobo e islamofóbico. E populista.

A questão (a ser refletida) não é privilégio dos Estados Unidos (com Trump já eleito presidente), da Holanda, da França (Marine Le Pen), na Alemanha. é também assunto para ser discutido, debatido, avaliado também no Brasil, onde o sr. Bolsonaro com suas declarações  e ideias nada afeitas ao regime democrático tem aparecido nas pesquisas como futuro candidato à Presidência.

- É uma das poucas vezes que o processo eleitoral holandês chama a atenção de parte do mundo, especialmente da EU (União Europeia). Essa ascensão da direita extremista (populista por excelência) tem uma causa evidente: o descontentamento com o que está estabelecido, são os candidatos antissistema que conseguem a simpatia do eleitorado apregoando ideias ultranacionalistas, a xenofobia (são contra os que são diferentes, os imigrantes, por exemplo. A chegada de 2 milhões de imigrantes na Holanda (que tem uma população de 17 milhões), nos últimos 30 anos, tem causado “uma profunda melancolia”, um “medo” que afeta diretamente os holandeses. Daí o desencanto com o establishment, que se acentuou a partir de 2005. A identificação com os chamados partidos tradicionais vai-se, como um tecido muito usado, esgarçando-se.

Aproveitando o momento mundial de descrédito dos governantes em geral, criam-se lacunas (vácuos) para que certos oportunistas se apresentem como os salvadores da pátria. Aparecem, como se surgissem do nada, disseminando (como erva daninha) ideias e atitudes politicamente incorretas. Além de populistas, são adeptos irredutíveis da xenofobia, da homofobia, rebaixando a mulher (caso específico do sr. Donald Trump), enfim, espalhando o que de pior pode haver em um ser humano.

P.S.: A ser observado o tom quase policialesco do sr. Doria. Vai na linha dos senhores Jânio Quadros e Paulo Maluf. E até de Gilberto Kassab. Segundo Artur Rodrigues, da Folha, “Doria encarna imagem do xerife com discurso duro (?) (a interrogação é minha) e rotina fiscalizadora”.

-Lembram-se quando o sr. Romeu Tuma, em 2000, usou uma “estrela de xerife” como símbolo de campanha? Pois é, perdeu para Marta Suplicy – petista à época.

Em tempo: Existe uma parcela (grande) de eleitores fanáticos por políticos que cultivam esse estilo (demagógico, é verdade, marqueteiro) de fazer política. Fazer política? Pois é...

- O prefeito ressalta a importância de se cumprir a lei, a legislação, e pensa que os que a cumprem devem ser privilegiados.

Em tempo: Mas cumprir a legislação não seria mais que obrigação das pessoas? É obrigação, não é motivo de privilégio. Entonces...

Cumpadres

Bom-dia, professora Maria Eugênia Donadão. Dr. Fábio Martínez, bom-dia.

Cortina

Impagável (eta palavrinha arcaica). Hilariante! Ousado! O sr. José Simão continua provocando risos e gargalhadas:

- “Malafaia indiciado por lavagem de dinheiro”. Mas ele diz que lavou com água ungida do Rio Jordão!

-- “E o Temer com aquela cara de defunto, não tem caixa dois, tem caixão dois”.

--- E o PIB! A queda do PIB! O PIB virou PIF. Produto PIFIO! E PIB quer dizer Pobreza Individual do Brasileiro! Pano rapidinho. Esse Macaco Simão nos mata de tanto rir.

---- E o Doria prometeu que o Carnaval 2018 vai ser “Carnaval de Rua Indoor” com isolamento acústico! Rarará! Gente, para o mundo que eu quero descer... Rapidinho!!!

E mais Simão: E o Temer no Dia da Mulher (sic) só faltou dizer que a maior conquista feminina foi a máquina de lavar! Chega!!!

 

Ivo de Souza é professor universitário, poeta, colunis­ta, pintor e membro da Real Academia de Letras de Porto Alegre.


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