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Olimpia, 25 de Fevereiro, 2019 - 08:37
Tony Ramos está apagado em “O Sétimo Guardião”

Tony Ramos, ator de primeira e de talento mais do que reconhecido está em uma atuação apagada, em “O Sétimo Guardião” / João Miguel Jr-RG



Muitos esperavam que Olavo, personagem de Tony Ramos em “O Sétimo Guardião”, iria crescer com sua ida a Serro Azul, mas para a tristeza dos fãs, isso não ocorreu / Estevam Avellar-RG


 

 

Quando a novela “O Sétimo Guardião” estreou, Tony Ramos apareceu na pele de seu novo personagem, Olavo, um empresário bem sucedido e prepotente. Parecia que Olavo seria peça importante na trama, no entanto o que se tem atualmente é um Olavo chato, meio caricato e que não convence. Estamos falando do perfil do personagem, não da performance do ator Tony Ramos que tem feito o seu melhor, mas o papel não ajuda. É bom dizer que todo o enredo de “O Sétimo Guardião” está meio perdido e repetitivo. O eixo principal tinha tudo para conduzir uma história interessante, mas caiu na mesmice. Os próximos capítulos prometem sacudir a trama quando Olavo se aliar a Sampaio (Marcello Novaes) e juntos destruírem Valentina (Lília Cabral). O estopim da reviravolta será a suposta morte de Laura (Yanna Lavigne), filha de Olavo, supostamente assassinada por Valentina. Do outro lado da trama, Luz (Marina Ruy Barbosa) vai descobrir tudo o que envolve o segredo da fonte, inclusive encontrará a própria fonte. E o público que segue a novela está pedindo por novidades. Tomara que os índices da audiência reajam positivamente.

Falando da vida real, nascido Antônio de Carvalho Barbosa, em Arapongas no Estado do Paraná, em 25 de agosto de 1948, o ator Tony Ramos é um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira; ele construiu uma carreira sólida e impõe respeito mesmo que não diga uma só palavra. Analisando o meio artístico, ele figura no rol daqueles que mantém um longo relacionamento com a mesma pessoa, Tony Ramos é casado desde o ano de 1969 com Lidiane Barbosa, o casal tem dois filhos e netos.

O ator e sua família sempre cultivaram hábitos simples e fizeram questão de manter a vida pessoal bem longe dos holofotes. No ambiente de trabalho ele é considerado um colega leal, sempre de bem com a vida e disposto a colaborar com os companheiros de elenco e produção.

Definitivamente, Tony Ramos é incansável. Ele costuma dizer que não descarta nenhum personagem e que o seu ofício é mesmo representar,

Tony Ramos manifestou seu lado artístico ainda na adolescência, tanto que sua estreia em novelas foi em 1965. Sem dúvida, é um dos mais importantes atores nacionais, ele alcançou a fama principalmente por seu trabalho em telenovelas. O nome americanizado, Tony, era um costume da época em que estreou na carreira artística, e Ramos é o sobrenome de um parente.

Quando criança, sua família mudou-se para São Paulo e a vontade de ser ator surgiu ainda na infância, quando assistia aos filmes de Oscarito e desejava ser como ele. Aos 14 anos, fez sua estreia na televisão, atuando em esquetes no programa "Novos em Foco", na extinta TV Tupi. Ainda nessa emissora, fez sua primeira novela, "A Outra", de Walter George Durst. Aos 16 anos, participou da dupla musical “Tony & Tom”, que chegou a se apresentar no programa "Jovem Guarda". Vale lembrar ainda sua atuação em "Vitória Bonelli", uma das últimas novelas exibidas pela TV Tupi.

No ano de 1977, transferiu-se para a Rede Globo, emissora na consolidou uma carreira de sucesso, tendo estreado em "Espelho Mágico". Passou, então, a morar no Rio de Janeiro. Dentre seus memoráveis personagens, encontram-se: o filho de Dona Santa em "Nino, o Italianinho" (1969); André Cajarana, que lutava para provar a inocência do pai, em "Pai Herói" (1979); Tom, contracenando com Sônia Braga, em "Chega Mais" (1980); os gêmeos João Victor e Quinzinho, de "Baila Comigo" (1981); Riobaldo, o jagunço que se apaixona por Diadorim, interpretada por Bruna Lombardi, em "Grande Sertão: Veredas" (1985), minissérie adaptada da obra de Guimarães Rosa; Tonico, um tipo amoral, em "Bebê a Bordo" (1988); José Clementino, um dos poucos personagens que fogem à linha de bom moço na carreira de Tony, em "Torre de Babel" (1998); Miguel, o livreiro romântico, espetacularmente contracenando com Vera Fischer, em "Laços de Família" (2000); Manolo, outro personagem que fugiu um pouco do seu estilo em "As Filhas da Mãe", protagonizando cenas "calientes" com Cláudia Ohana; o Theo, em "Mulheres Apaixonadas" (2003); o Coronel Boanerges, em "Cabocla" (2004); o mulherengo Antenor Cavalcanti, em “Paraíso Tropical”; o indiano Opash, em “Caminho das Índias”, contracenando memoravelmente com Eliane Giardini, Laura Cardoso e Lima Duarte; o Antônio “Totó” Mattoli, em “Passione”, e memoravelmente o Otávio “Bimbinho” Rodrigues no remake de “A Guerra dos Sexos”, entre muitos outros personagens no qual se destacou em novelas, séries e programas.

Tony Ramos conquistou o prêmio de Melhor Ator da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) por sua atuação como José Clementino, de "Torre de Babel", personagem polêmico, que iniciou a história preso, por ter assassinado a mulher ao descobrir que ela o traía, e depois se regenerou ao lado de um novo amor, Clara, interpretada por Maitê Proença. Além disso, pelo mesmo papel, foi eleito o Melhor Ator de 1998 segundo a pesquisa InformEstado.

No cinema estreou em 1968, no filme “O Pequeno Mundo de Marcos. Foram vários trabalhos na telona conquistando o prêmio de Melhor Ator no Festival de Gramado por seu trabalho em "Bufo & Spallanzani" e no “Se Eu Fosse Você” e “Se Eu Fosse Você 2”. Seu filme mais recene é de 2017, no longa “Chocante”.

Esta é a trajetória de um ator de sucesso, um homem bem-sucedido na vida pessoal também. Como já é do seu comportamento, Tony costuma atender a todos, sem exceção, tira fotos e dá autógrafos, com calma e educação. Esse é o verdadeiro artista, aquele que reconhece que sem o público, não sobrevive.


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