15 de fevereiro | 2009
Thermas dos Laranjais é o patrocinador da olimpiense campeã brasileira de ginástica

"Se (o clube) não tivesse me ajudando, não estaria lá (ASA Guarulhos) hoje. Então, eles (diretoria) sempre me ajudaram. Desde o início, quando o meu pai correu atrás", comenta sobre a importância da ajuda que recebe para dar seqüência à sua carreira. "É 100% importante", acrescenta.
A ginástica olímpica é dividida em quatro modalidades: salto, barras paralelas, trave e solo, nas categorias Infantil, Juvenil e Adulto. "Eu consigo as melhores colocações na trave. Depois vem o solo, salto e paralelas (barras)", explica.
Há seis anos competindo, Bruna Letícia já disputou vários campeonatos brasileiros e paulistas, além da Copa São Paulo, Jogos Abertos do Interior (Estado de São Paulo) e Jogos Regionais, que são 
Atualmente, é a quarta colocada no ranking brasileiro, competindo, por exemplo, com Daiane dos Santos e Daniele Hipólito, duas medalhistas internacionais, sendo a primeira já campeã mundial no solo. Porém, quando a disputa é em competições estaduais, sempre é a primeira colocada. Bruna Letícia já foi campeã brasileira. "No ano retrasado (2007). E vice no ano de 2006", comemora.
Há três anos, ela defende o clube A.D. ASA Guarulhos, onde treina com atletas que têm grandes currículos, como, por exemplo, a Bruna Perandré, que já atuou pela seleção brasileira.
Embora Letícia considere os campeonatos brasileiros os mais importantes, não esquece de destacar a importância dos campeonatos paulistas. "O que me fez entrar para esse clube (ASA Guarulhos) foi o paulista", justifica.
MENINA PERALTA
Há nove anos atrás ,o pai, Milton Pedro da Silva, agricultor que mora no sítio Taquaral, bairro rural Alegria, distante cerca de 15 quilômetros de Olímpia, percebeu que a caçula de três filhos, Bruna Letícia, então com seis anos de idade, demonstrava incrível talento para fazer malabarismos.
Silva conta que a filha plantava bananeiras (brincadeira de criança no estilo do que fazia 
De acordo com Silva, foram cerca de três anos viajando de motocicleta ou de ônibus, vários dias da semana. Nas vezes que iam de moto, Bruna ia dormindo na garupa, amarrada pela cintura com uma corda para não cair. O trajeto, muitas vezes, era completado somente com uma das mãos no guidão, porque a outra estava segurando o braço da filha que estava dormindo.
Até que começou a participar de competições e apareceu um técnico russo, conhecido como Vladmir e uma técnica chamada Ana Cecília, ambos do ASA Guarulhos, que convidaram Bruna Letícia para fazer um teste de três meses, quando foi aprovada.
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