06 de julho | 2025
Castro Alves, o Poeta dos Escravos
06/07
– Assinatura da Carta Régia proibindo a impressão de livros e jornais no Brasil (1647)
– Dia da criação do IBGE (1934)
– Morte do poeta Castro Alves (1871)
– Nascimento do compositor Alberto Nepomuceno (1864)
– Execução do mártir João Hus (1415)
07/07
– Dia do Voluntário Social
– Inauguração da Estrada de Ferro Rio de Janeiro/São Paulo (1877)
– Nascimento de Artur de Azevedo (1855)
– Nascimento de Tobias Barreto (1839)
– Nascimento do pintor Lasar Segall (1890)
08/07
– Dia do Padeiro
– Primeira exibição de cinema no Rio de Janeiro (1896)
09/07
– Dia da Independência da Argentina (1822)
– Nascimento de Carlos Chagas (1879)
– Revolução Constitucionalista em São Paulo (1932)
10/07
– Dia da Pizza
– Dia Mundial da Lei
– Embarque de D. Pedro II no Rio de Janeiro para Uruguaiana (RS) durante a Guerra do Paraguai (1865)
– Nascimento de João Calvino, reformador de Genebra (Suíça), líder do ramo Calvinista do Protestantismo (1509)
11/07
– Dia do Mestre de Banda
– Dia do Rondonista
– Dia Mundial da População
– Dia Nacional dos Trabalhadores de Serviços Telefônicos
– Nascimento do compositor Carlos Gomes (1836)
12/07
– Dia do Engenheiro Florestal
– Nascimento do educador Anísio Spínola Teixeira (1900)
Além do acidente, o fato de ter sido abandonado pela atriz Eugênia Câmara, o seu grande amor, contribuiu para que 
Castro Alves, o Poeta dos Escravos
Morto aos 24 anos, em 6 de julho de 1871, o baiano Castro Alves deixou uma obra marcante, que aliou lirismo, engajamento social e a luta pela abolição da escravatura no Brasil
Antônio de Castro Alves nasceu na Bahia, na Fazenda das Cabaceiras, próximo a Curralinho, atual cidade de Castro Alves, no dia 14 de março de 1847.
Castro Alves, depois do curso preparatório no Ginásio Baiano, estudou Direito no Recife e depois em São Paulo. Toda a sua atividade intelectual decorreu nessas duas cidades e no Rio de Janeiro.
Não chegou a terminar o curso em São Paulo porque, num acidente de caça, feriu casualmente o próprio calcanhar e teve que ter amputada a parte inferior da perna. Desgostoso e enfraquecido, contraiu tuberculose e morreu aos 24 anos de idade, no dia 06 de julho de 1871, deixando uma obra de incalculável valor.
O valor de sua obra não é apenas artístico, mas também por ter um sentido social e político, em defesa dos ideais populares como a abolição da escravatura.
É considerado o “Poeta da Abolição”, o “Poeta da Raça” e o “Bardo Nacional”.
Em pouco mais de onze anos de atividade literária, Castro Alves conseguiu marcar indelevelmente o seu nome na literatura brasileira.
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