16 de março | 2026
Paciente agride técnica de enfermagem durante atendimento na UPA de Olímpia e acaba presa por mandado judicial
Profissional sofreu lesões após paciente arrancar cabos de eletrodos durante exame e partir para agressão física; guardas municipais descobriram mandado de prisão em aberto contra a mulher.

A confusão aconteceu durante a realização de um exame médico e terminou com a prisão da paciente após a Guarda Civil Municipal constatar a existência de um mandado de prisão em aberto contra ela.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima B.V.S., 43 anos, realizava um eletrocardiograma em uma paciente quando a mulher arrancou os cabos dos eletrodos utilizados no exame, levantou-se da maca e passou a agredir fisicamente a profissional de saúde, provocando lesões.
AGRESSÃO DURANTE EXAME MÉDICO
Segundo o relato registrado na delegacia, além das agressões físicas, a paciente também teria proferido ofensas verbais contra a técnica de enfermagem, chamando-a de “vagabunda”.
Durante a confusão, a mulher ainda teria tentado arremessar objetos contra a profissional e contra um médico que se encontrava na sala no momento do atendimento.
Ainda conforme o registro policial, após a primeira agressão, a paciente teria tentado avançar também contra outra funcionária da unidade de saúde.
SEGURANÇA FOI ACIONADA
A situação foi contida inicialmente por outra técnica de enfermagem que conseguiu segurar a paciente até a chegada da equipe de segurança da unidade.
Em seguida, a Guarda Civil Municipal foi acionada por meio do sistema de comunicação da cidade para atender a ocorrência na UPA.
Durante a abordagem e consulta aos sistemas policiais, os agentes constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra a mulher de iniciais M.S.S.B., 54 anos, que trabalha como faxineira.
MANDADO DE PRISÃO EM ABERTO
Diante da confirmação da ordem judicial, expedida pela Justiça do Distrito Federal, os guardas civis deram voz de prisão à mulher. Ela foi conduzida algemada até a delegacia, medida adotada para garantir a segurança da equipe e da própria conduzida.
Tanto a técnica de enfermagem quanto a paciente passaram por atendimento médico na própria UPA, onde foram emitidos os respectivos laudos de atendimento.
REGISTRO DA OCORRÊNCIA
O caso foi inicialmente registrado pelos crimes de lesão corporal e desacato. Entretanto, a autoridade policial avaliou que naquele momento não havia elementos suficientes para lavratura de prisão em flagrante por esses delitos.
Segundo o registro, será necessário ouvir outras testemunhas que estavam no local durante a confusão, entre elas um médico e outra profissional de enfermagem.
Apesar disso, a mulher permaneceu presa em razão do mandado de prisão definitivo existente em seu desfavor.
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