10 de janeiro | 2017
Garoto de 12 anos fica em estado grave após atropelamento no bairro São José
Um garoto de 12 anos acabou sofrendo ferimentos considerados graves e tendo que ser transferido para hospital de Barretos em virtude de um atropelamento que sofreu na Alameda José Rodrigues da Silva, no sábado por volta das 20h30, nas proximidades da Padaria Mussolin.
Luis Miranda, de 66 anos, contou na polícia que seguia com seu carro pela alameda José Rodrigues da Silva, quando na altura da Panificadora Mussolin, o garoto Edilson Ribeiro da Silva, 12 anos, filho da Maria M. M. da Silva e José Ribeiro da Silva, teria saído de forma inesperada do canteiro central e entrado na faixa de rolamento. Sem tempo para frear o carro, Luis Miranda acabou atingindo Edilson.
O garoto que reside na rua Pedroso, na vila São José acabou sendo socorrido e levado até a UPA – Unidade de Pronto Atendimento e pela gravidade dos ferimentos, teve que ser transferido para um hospital de Barretos, mas não corria risco de morte.
O motorista acabou deixando o local sem prestar socorro ao garoto, mas, logo após, foi até a UPA para saber como estava o garoto e acabou comunicando aos policiais militares que era o motorista do atropelamento. Ele também teria explicado seus motivos para a irmã do garoto, Vanessa Ribeiro da Silva, que se encontrava presente na UPA.
Depois Luiz compareceu na delegacia de polícia de Olímpia por meios próprios forneceu seus dados e também a CNH e o documento do veículo, quando informou que ficou muito nervoso depois do atropelamento e preocupado com o garoto ele acabou indo na residência de sua sobrinha Rita de Cássia, que mora próximo ao local do acidente.
Luiz Miranda alegou que tem problemas cardíacos e temendo um mal súbito pediu ajuda para sobrinha, que após verificar que o Corpo de Bombeiros já havia socorrido o menino foi com o tio até a UPA, momento que encontraram os policiais militares.
O motorista passou por exame clínico na UPA com objetivo de verificar suas condições e se tinha ingerido álcool. Foi atendido pelo médico plantonista, Gustavo André Pinheiro, que de próprio punho redigiu o laudo, atestando que o motorista não estava alcoolizado.
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