10 de novembro | 2011

Polícia desbarata “reunião” para distribuir drogas no Jardim Santa Ifigênia

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A Polícia Militar desbaratou uma reunião que serviria para acertar a distribuição de entorpecentes no Jardim Santa Ifigênia, zona norte de Olímpia. A ocorrência foi registrada no final da tarde da quarta-feira desta semana, dia 9, por volta das 17h30, culminando num flagrante de tráfico de drogas e corrupção ativa, na esquina da Avenida dos Constitucionalistas de 32, com a Rua B, no Jardim Boa Esperança, perto de uma panificadora, mesma região da cidade.

Consta que durante operação visando coibir o tráfico de entorpecentes no Jardim Santa Ifigênia, os policiais militares, sargento Otoniel, soldado Fábio, cabo Cleber Lima e soldado Adaor, avistaram vários elementos já conhecidos por envolvimento com o tráfico de drogas. Quando os policiais resolveram parar, todos fugiram.


Mas durante uma perseguição, o desempregado Tiago Serozi Viana, de 22 anos de idade, morador na Avenida do Canário, Jardim Antonio José Trindade, conhecido popularmente por COHAB I, zona sudeste da cidade, sofreu uma queda e acabou sendo detido.

Os policiais perceberam que ele tentou dispensar um frasco contendo 11 pedras de crack e três porções de cocaína, que foi recuperado. Na cueca dele havia R$ 32, uma chave de motocicleta e um telefone celular.

Ocorre que os policiais tinham informação de que o grupo se reuniria naquele local, por volta das 17h30, para um acerto de contas e a distribuição de drogas para as vendas no período noturno. Também foi apreendida uma motocicleta de origem duvidosa que estava no local.

O desempregado foi apresentado na Delegacia de Polícia onde a delegada Maria Teresa Ferreira Vendramel o autuou em flagrante e em seguida foi transferido e encarcerado na cadeia pública de Barretos.

CRIME DE CORRUPÇÃO ATIVA
Ainda segundo consta na polícia, durante a apresentação na Delegacia Tiago teria oferecido inicialmente a quantia de mil reais aos policiais militares, para que não levassem o caso adiante. Como não deu certo ele teria aumentado o valor para R$ 2 mil.

Consta que, se os policais aceitassem a oferta, o valor seria pago depois que entrasse em contado com seu advogado, cujo nome não foi divulgado, que levaria o dinheiro. Por isso foi também autuado por crime de corrupção ativa. 

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