08 de dezembro | 2011

Acusado de participação em assalto nega ter atirado na polícia

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Embora tivesse confessado
participação no crime, o aguador Mateus Pereira de Oliveira, 24, morador no
Village Morada Verde, acusado de ser o cúmplice do menor LSSJ, de 14 anos,
baleado após assalto a uma residência da Rua Comendador Francisco Bernardes
Ferreira, no Jardim Leonor, está negando que tenham disparados tiros contra a
viatura da Polícia Militar.

“Nós não demos tiro nenhum
contra a viatura. Eles que atiraram quatro vezes atrás de nós. Eu estava com um
revolver na mão, um calibre 32. O menor estava com um revólver (ainda
desaparecido), mas que não funcionava”, disse.

Mateus de Oliveira foi preso
pela Polícia Civil no início da tarde da quarta-feira, por volta das 12h30,
quando estava trabalhando em uma propriedade rural que pertence à família
Kitagawa. Segundo o delegado César Aparecido Martins, as investigações levaram
até ele por causa do relacionamento de amizade que mantém com o menor baleado.

Ele afirma que os assaltos
foram praticados porque estavam com vontade de dar uma volta de carro pela
cidade, curtindo um “som”. “Nada mais que isso”, declarou em entrevista que
concedeu ao repórter Valter Carucce, na manhã da quinta-feira desta semana, dia
8.
Nos dois primeiros assaltos,
eles roubaram a Parati, mas depois viram que o veículo não tinha som e por isso
foram atrás do Corsa e depararam com a vendedora. Já no caso do Fiat Uno Mille,
resolveram entrar na casa depois que viram o dono sair e deixar o portão aberto.

Ele também confessou ter
participado dos dois assaltos praticados no final de semana, quando foram
roubados dois veículos, uma Parati e um Corsa, que, além dele e do menor
baleado, tiveram participação do adolescente DAR, de 16 anos.

De acordo com o delegado, o acusado
foi autuado em flagrante e encarcerado na cadeia pública de Barretos. Ele já
cumpriu pena no sistema penitenciário por condenação por um crime de roubo ocorrido
no bairro rural Tamanduá, pelo qual foi condenado a um ano e oito meses e
cumpriu 11 meses na Penitenciária de Pirajuí, de onde saiu no mês de junho.

Já os dois menores, LSSJ
ainda continua internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de
Olímpia, e DAR foi encaminhado para a Vara da Infância e Juventude para as
providências cabíveis.

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