05 de fevereiro | 2012

Desabamento pode ter sido o que foi previsto pelo vidente Aurélio Barros

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O desabamento de um casarão antigo no centro da cidade no final da noite da quarta-feira desta semana, dia 1.ª, por volta das 23h25, pode ser um dos desmoronamentos previstos para o ano de 2012, pelo médium vidente e orientador espiritual com base no cristianismo, parapsicólogo Aurélio Barros (foto).


A possibilidade foi mencionada em meio às previsões do que poderia ocorrer durante o ano de 2012, de maneira geral na cidade, inclusive que Olímpia vai melhorar definitivamente somente depois de um espaço de tempo entre 20 ou 25 anos.


Além disso, também segundo as previsões, notícias boas não devem surgir no final do próximo ano.

As previsões são de chuvas muito fortes e até de desmoronamentos e mortes. “Vai abalar a cidade”, avisam sobre o impacto que essa situação poderá gerar.

Mas Aurélio Barros previu também que o panorama da Câmara Municipal de Olímpia poderá se reverter e que o prefeito Eugênio José Zuliani poderá chegar a perder apoio e passar a sofrer derrotas nas votações de seus projetos.


E se não pode classificar como uma derrota do prefeito, o que aconteceu com o Projeto de Lei número 4.425/2012, que autorizaria a Prefeitura Municipal a comercializar 21 unidades no loteamento “Quinta das Aroeiras”, pelo menos demonstra que surgiram as primeiras dificuldades.


O projeto que estava na pauta de uma sessão extraordinária realizada na manhã da sexta-feira da semana passada, dia 27, acabou sendo retirado da pauta, provavelmente por receito da matéria ser rejeitada.


Ocorre que para a aprovação é necessário que o projeto receba dois terços dos votos favoráveis e não era isso o que se observava no plenário, pelo menos subjetivamente.


Como se sabe, dois terços representa que sete vereadores teriam que votar favoravelmente, mas o presidente da Câmara, vereador Rodnei Rogério Freu Ferezin, com problemas renais, apenas abriu a sessão e se retirou do plenário.


Como são três os vereadores sabidamente contrários a projetos de autoria do prefeito que teoricamente geram dúvidas, restariam apenas seis vereadores que garantiriam votos favoráveis à proposta, o que não efetivaria a aprovação da comercialização dos 21 lotes.


Vale ressaltar que quando se trata de um projeto que exige aprovação em dois terços, o presidente também vota independente de ser um desempate como normalmente ocorre. Os trabalhos foram presididos pelo vice-presidente, Primo José Álvaro Gerolim.

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