06 de abril | 2025
A abdicação de D. Pedro I
06/04
– Começa em Atenas, na Grécia, a primeira Olimpíada Moderna (1896)
– A Rússia abole a pena de morte e instaura a jornada de trabalho de oito horas (1917)
– Início da Hora Luterana no Brasil (1947)
– Morte de José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência do Brasil (1838)
07/04
– Abdicação do trono do Brasil por Pedro I (1831)
– Dia da Radiopatrulha
– Dia do Corretor
– Dia do Jornalista
– Dia do Médico Legista
– Dia Mundial da Hipertensão
– Dia Mundial da Saúde
– Eleição de Diogo Antônio Feijó como regente único (1835)
– Instalação no Brasil da Regência Trina Provisória (1831)
08/04
– Dia da Natação
– Dia do Correio
– Dia Mundial do Combate ao Câncer
– Assinatura do tratado de paz entre Brasil e Paraguai (1870)
– Dia do Desbravador
– Dia do Profissional de Marketing
09/04
– Dia Nacional do Aço
– Maioridade de D. Pedro II (1841)
10/04
– O Titanic, o navio mais seguro que já houvera sido construído, sai de Southampton, Inglaterra para sua primeira e trágica viagem (1912)
– A bordo da fragata Funchal, vêm de Portugal para o Brasil os restos mortais do imperador D. Pedro I (1972)
– Dia do Exército Brasileiro
– Dia da Engenharia
– Partida de São Paulo, por terra, da primeira expedição para a Guerra do Paraguai (1865)
11/04
– Aniversário da Organização Internacional do Trabalho
– Assinatura do decreto do presidente Emílio Garrastazu Médici promulgando a igualdade de direitos e deveres dos portugueses e brasileiros (1972)
– O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco é eleito Presidente do Brasil pelo Congresso Nacional (1964)
– O Congresso brasileiro aprova o “Plano Collor” (1990)
12/04
– Chegada dos padres franciscanos ao Brasil (1585)
– Dia da Intendência do Exército Brasileiro
– Dia dos Jovens
– Dia do Obstetra
– Nascimento do escritor Raul Pompéia (1863)

A abdicação de D. Pedro I
A abdicação de D. Pedro I ao trono do Brasil a favor de seu filho, o Príncipe Imperial D. Pedro de Alcântara, teve várias causas e ocorreu no dia 07 de abril de 1831. D. João VI falecera em Portugal e seu sucessor era D. Pedro I, o qual aceitou a herança, dando até uma Constituição a Portugal e nomeando uma regência para representá-lo, fatos estes que irritaram profundamente aos brasileiros que percebiam, na nova união de Portugal e Brasil sob uma só coroa, a ameaça à sua independência tão duramente conquistada.
Pressionado, D. Pedro I renuncia à coroa portuguesa a favor de sua filha, D. Maria da Glória, estabelecendo que ela deveria se casar com D. Miguel, irmão de D. Pedro I, no entanto D. Miguel proclamou-se rei de Portugal e recusou-se a casar com a sobrinha.
A vida íntima do Imperador também provocava comentários e os brasileiros estavam cada vez mais insatisfeitos com suas atitudes políticas. As manifestações se sucediam. Em São Paulo, o jornalista Libero Badaró foi assassinado e suspeitava-se que foi à mando do Governo Imperial.
- Pedro tentou conciliar a situação nomeando um Ministério composto de brasileiros natos, mas logo depois compôs um Ministério da linha Absolutista.
O povo revoltou-se e fez exigências, as quais D. Pedro respondeu com prepotência. O Exército aderiu ao movimento popular. A situação tornou-se insustentável e o imperador abdicou em favor de seu filho, que mais tarde seria coroado D. Pedro II.
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