01 de maio | 2025

Garçom pode ter sido assassinado com facada por causa de um guarda-chuva

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CRIME NO SANTA IFIGÊNIA!
Morador de rua confessou o homicídio ainda com a faca n mão e segue preso pela Justiça. O crime ocorreu por volta das 2h da madrugada de segunda-feira, 28, em frente a um bar na Rua Ângelo de Quadros Bitencourt. A vítima, Denis Carlos Caetano, de 32 anos, chegou a ser socorrida com vida, mas morreu na Santa Casa. Autor foi preso em flagrante sem sair do local do crime.

Uma desavença iniciada por causa de um guarda-chuva acabou culminando com o assassinato do garçom Denis Carlos Caetano, de 32 anos. O autor, James Cristiano Rodrigues, de 47 anos, que é morador de rua, desferiu um único golpe de faca. Ele foi autuado em flagrante e permaneceu preso à disposição da Justiça.

O crime aconteceu na segunda-feira, 28, em frente a um bar na Rua Ângelo de Quadros Bitencourt, no Jardim Santa Ifigênia, por volta das 2 horas da madrugada. Inicialmente, a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima de que no local estaria acontecendo um crime de estupro.

COM A FACA NA MÃO

No entanto, ao chegar no local, os policiais constataram que se tratava de um homicídio, pois o garçom estava caído no chão e o morador de rua nas proximidades com a faca na mão. Ele imediatamente confessou o crime, dizendo: “Fui eu, fui eu que matei ele”.

O garçom, segundo a polícia, ainda teria sido socorrido com vida e apontado o autor da facada. No entanto, ele veio a óbito na Santa Casa de Misericórdia de Olímpia. O acusado foi autuado em flagrante no plantão de Barretos. Na audiência de custódia, ele permaneceu preso.

GUARDA-CHUVA

Uma testemunha que prestou depoimento na Delegacia de Polícia de Olímpia declarou que a desavença começou por causa de um guarda-chuva, que estava com ela e colocado no chão. Contou que o morador de rua estava embriagado, acabou pisando no guarda-chuva e não gostou que o garçom ficou olhando.

Com isso, o acusado foi até debaixo da ponte onde estava dormindo, pegou uma faca e retornou ao bar. Mas, segundo a testemunha, os ânimos teriam se acalmado e ela foi embora. Pouco depois aconteceu a facada fatal que matou o garçom. A Polícia Civil ainda não tem testemunha que viu o momento do golpe. O morador de rua continua encarcerado à disposição da Justiça.

 

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