13 de novembro | 2022
Perfuração de poço termal no Jardim Colorado gera especulação
MISTÉRIO NO TURISMO!
Investimento de R$ 5 milhões. Será um resort? Será mais um parque aquático? Ou os dois?
O sigilo parece que é uma de suas marcas registradas, porque as fontes não falam muito sobre o empreendimento. Mas moradores estão reclamando do barulho intermitente.

O sigilo parece que é uma de suas marcas registradas, porque as fontes não falam muito sobre o empreendimento. Alguns dizem que será um novo parque aquático, outros um condomínio com águas termais.
Um investimento orçado, segundo fontes, em cinco milhões de reais, somente a sua perfuração, e outro montante para a legalização do poço nos organismos estaduais e nacionais, além do equipamento necessário, justificaria um grande investimento na Estância Turística de Olímpia.
MÉDICO DE GOIÂNIA
O médico ortopedista de Goiânia, Estado de Goiás, Antonio Eustáquio de Faria, assina o pedido de autorização de pesquisa junto à Agência Nacional de Mineração em 2018. Devido à pandemia do novo coronavírus, o prazo foi esticado até 30 de setembro de 2024. Essa perfuração pode durar até seis meses, encontrando águas quentes em 1.100 a 1200 metros de profundidade no aquífero Guarani.
Consta que o médico Antonio Eustáquio de Faria, que vendeu uma sociedade de um Hospital em Goiânia, adquiriu em leilão a propriedade de 24 alqueires, antigo sítio da LM, empresa que construiu o Resort ao lado do Thermas dos Laranjais, o primeiro da cidade no formato de condo hotel.
Há muitos anos, os sócios da LM chegaram a apresentar um masterplan de um audacioso projeto para essa área. A apresentação foi no Thermas dos Laranjais para Benito Benatti. Agora, dizem, os sócios do Resort, hoje com bandeira Mercury, não tem nada a ver com esse poço e a sua destinação. Garantem as fontes ouvidas pelo Diário que ali será um Resort com águas quentes. A lavra desse poço é destinada para balneário, assim como é o Thermas e o Hot Beach, por exemplo.
MORADORES IRRITADOS
E QUERENDO RESPOSTAS
Procuramos o médico Antonio Eustáquio de Faria, mas não encontramos, nem no hospital em que ele era sócio proprietário, nem pela internet, nenhuma informação sobre ele.
Enquanto isso, a perfuração continua, dia e noite, e os moradores, bem vizinhos à obra, estão sem dormir, irritados e querendo respostas mais esclarecedoras. E, com certeza, não será uma obra a ser concluída tão rapidamente.
Para um loteamento ou mesmo um grande empreendimento hoteleiro, ou que seja um parque, e pela dimensão do terreno, 24 alqueires, toda uma infraestrutura será exigida pela Prefeitura, como abertura de ruas, iluminação, pavimentação, água e esgoto. Todo empreendimento é bem-vindo, gera empregos, divisas, lazer e a Estância se desenvolve. Vamos aguardar.
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