29 de agosto | 2026

PIX POR ENGANO! Transferência caiu na conta de terceiro e valor não teria sido restituído

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Vítima relatou à Polícia Civil de Olímpia que pretendia transferir o dinheiro ao esposo, mas digitou a chave incorretamente. Segundo o boletim, o beneficiário chegou a ser localizado e teria ido ao banco para providenciar a devolução, mas o valor não foi restituído.

Uma mulher procurou a Polícia Civil de Olímpia depois de relatar que fez uma transferência Pix de R$ 1.700 por engano e não conseguiu recuperar o dinheiro. O caso foi registrado como apropriação de coisa havida por erro, caso fortuito ou força da natureza, crime previsto no artigo 169 do Código Penal.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima, identificada como Isabeli R. M., informou que, no dia 15 de julho, por volta das 18h18, tentou fazer uma transferência via Pix no valor de R$ 1.700 para o esposo. No entanto, ela teria digitado a chave incorretamente.

DINHEIRO FOI PARA OUTRA PESSOA

Segundo o registro policial, por causa do erro na digitação, a transação foi direcionada para uma conta vinculada a L. de S. S., que aparece no boletim como autor da ocorrência.

Ao perceber o equívoco logo após a transferência, a vítima procurou uma agência da Caixa Econômica Federal. No banco, ela comunicou o erro e conseguiu obter o número de telefone do beneficiário que havia recebido o valor.

VÍTIMA PEDIU A DEVOLUÇÃO DO PIX

Ainda conforme o boletim, Isabeli entrou em contato com L., explicou que o Pix havia sido feito por engano e solicitou a devolução do dinheiro.

Segundo o relato apresentado à Polícia Civil, o homem teria comparecido à agência bancária para providenciar a restituição do valor por meio de TED. Apesar disso, até o momento do registro da ocorrência, a quantia de R$ 1.700 não havia sido devolvida.

MULHER DISSE QUE NÃO CONSEGUIU NOVO CONTATO

A vítima informou ainda que, posteriormente, tentou entrar novamente em contato com Leandro, mas não conseguiu mais comunicação com ele.

Diante da falta de devolução do valor e da impossibilidade de contato, ela procurou a Delegacia de Polícia de Olímpia para registrar a ocorrência.

CASO FOI REGISTRADO COMO APROPRIAÇÃO

A ocorrência foi registrada na quarta-feira, 27 de agosto, na Delegacia de Polícia de Olímpia. O boletim aponta que o fato teria ocorrido no Jardim Miessa.

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