26 de agosto | 2012
Prefeito confirma em programa eleitoral que UPA precisa de ajustes
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"Portanto, há falhas? Claro que há, mas nós estamos lutando constantemente pra facilitar o serviço de saúde pública", afirmou.
A afirmação foi feita ao falar da UPA explicando o sistema implantando a partir do início de julho deste ano, coincidentemente ou não, apenas a três meses da eleição.
Zuliani explicava que a unidade realiza o primeiro atendimento e, que quando surgem os casos mais graves o paciente é transferido a um hospital de referência ou para prosseguir o tratamento com apoio de uma UBS (Unidade Básica de Saúde).
Mas ainda sobre a UPA, pareceu comemorar o fato de retirar da porta da Santa Casa os atendimentos do SUS, sempre utilizado por pessoas mais pobres, ou seja, com menos condições financeiras. "A UPA faz atendimento de urgência e emergência para todas as pessoas do SUS. A Santa Casa continua com urgência e emergência, mas para particular e planos de saúde".
No segundo programa ele enfatizou investimentos realizados na saúde, embora reconheça que problemas continuam existindo. "Está perfeito? Claro que não. Mas estamos sempre buscando chegar perto do ideal".
Ele ainda traçou comparações com números e valores investidos e falou de medicamentos, inclusive dando conotação de que concorda que falta nas farmácias da Secretaria Municipal de Saúde e que os problemas continuam. "Eu sei que não somos perfeitos. Existem falhas em todos os setores".
Mas ainda sobre remédios diz que atualmente gasta praticamente o mesmo valor de antes, mas que atende um numero bem maior de pessoas que, segundo ele, cresceu em torno de 182%.
Já no primeiro programa da série, o prefeito dispensou as apresentações e inclusive, assim como ocorreu no segundo, não abriu espaço para o vice-prefeito Luiz Gustavo Pimenta falar.
Foi um programa mais generalizado no qual falou mais do que se passou do que de novas propostas, falou de verbas conquistadas e disse que há quatro anos ele e Gustavo eram expectativa e que agora já tem folha de serviços prestados.
Vice-presidente falou durante o 2.º programa de Magalhães

Nesse programa, embora também ainda considerado como que levado em "banho-maria", ou seja, como se ainda estivesse se apresentando aos eleitores, o candidato já aqueceu um pouco o debate eleitoral.
O candidato aumentou um pouco o tom do discurso quando comentou, principalmente, o que considera necessário para melhorar a parte da saúde no atendimento pelo SUS. "O SUS é o tipo de atendimento direcionado a toda a população, mas efetivamente não uma atenção do governante do município de Olímpia que não preocupa com isso".
Depois, em outro trecho da fala, ele criticou o valor de prestações de casas consideradas populares. "Tem que ser com prestações que realmente possam caber no bolso de cada trabalhador".
Os dois candidatos da coligação, tanto Magalhães, quando o candidato a vice-prefeito José Roberto Bijotti, falaram nos dois programas. No primeiro, na quarta-feira, dia 22, se apresentaram aos eleitores e justificaram suas candidaturas. Ambos falaram também de suas famílias.
Magalhães relembrou sua vida política como vereador, falou dos problemas da cidade de maneira geral, falou de empresas que foram embora, do abre e fecha de casas comerciais, que precisa gerar empregos, falou que precisa fortalecer o turismo, mas que pretende apoiar outros setores também, que todos precisam de ajuda do Poder Executivo, que precisa igualar as oportunidades e fazer uma Olímpia melhor para todos.
Já Bijotti disse que a cidade já viveu e passou por vários ciclos com monoculturas e que é preciso evitar isso agora com o turismo. Ele lembrou que a situação já atingiu o café, a laranja e a cana-de-açúcar.
Ele que é médico, disse que conhece bem os problemas da saúde e lembrou que já foi diretor clínico da Santa Casa, secretário municipal de Saúde e diretor regional de saúde.
Helena e Marrom optaram por apresentações pessoais
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Os candidatos optaram apenas por traçar um perfil da forma como pretendem encaminhar a busca por votos no período que resta até o dia 7 de outubro, dia das eleições municipais, mas não anteciparam muita coisa em relação a programa de governo.
Com um tempo de programa bastante inferior aos outros dois candidatos, Helena prometeu campanha limpa e com propostas, sem calúnias aos adversários, que se eleita pretende atuar com a ideia de acabar com a divisão na cidade para não beneficiar apenas o lado de um grupo político.
Disse que vai utilizar o que a cidade tem de melhor, ou seja, pacificar a cidade e todas as forças representativas da cidade e que defende a participação da população no governo. Quer dizer, promete implantar o chamado governo participativo, sempre prometido por outros candidatos.
Marrom, por sua vez, disse que foi indicado pelo frei Flaerdi Silvrestre Valvassori para substituí-lo, porque o frei já conhecia o trabalho da Helena no comando da Santa Casa, que depois disso pode reconhecer que ela se preocupa com o ser humano e com os oprimidos.
Disse que compreendeu porque o Frei Flaerdi havia aceitado ser candidato a vice e que ele continua apoiando a candidatura de Helena.
Ainda lembrou que se Helena, com apoio da população melhorou as condições da Santa Casa, colocando-a entre as melhores do Estado de São Paulo e que ela pode sim administrar bem e melhorar também a cidade.
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