11 de dezembro | 2016
Professor fez júri simulado com alunos do ensino médio em Ribeiro dos Santos

Segundo Arantes, que além de professor de filosofia e sociologia também é jornalista e advogado, na atividade que chama de teatro da espontaneidade, tenta criar um ambiente o mais próximo da realidade possível, para que os adolescentes tenham contato com o processo filosófico que é desenvolvido pela justiça nestes casos.
Ao longo do simulado, que é realizado de forma simplificada, o professor explica as etapas que são seguidas na justiça tentando mostrar como a sociedade julga de forma diferente os crimes dolosos contra a vida. Também explica o porquê de o latrocínio (que é o roubo seguido de morte) não ser julgado pelo tribunal do júri (que é composto por membros da sociedade). O latrocínio é um crime contra o patrimônio e não contra a vida e cuja intenção é o roubo e não a morte.
Nas aulas seguintes, o professor trabalha com os alunos primeiro o método dialético que é utilizado (tese, antítese e síntese) no processo judicial e depois discute se o julgamento do crime de assassinato por pessoas leigas no direito é justo ou não.
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