21 de maio | 2025
O Novo Ser Humano: Mais Saúde Mental na Era Digital

No livro “O Amor de Pedro e Inês e Outras Peças Incríveis Para Jovens”, o dramaturgo e professor Rodrigo Rangel apresenta quatro peças que conectam clássicos da literatura com dilemas contemporâneos vividos por jovens brasileiros. A obra aborda temas como bullying, violência urbana, saúde mental, identidade de gênero e autoestima, propondo reflexões profundas sobre o cotidiano escolar e social da juventude. A peça que dá título ao livro retrata estudantes de uma escola pública carioca ensaiando a trágica história medieval de Pedro e Inês em meio a uma guerra de facções em sua comunidade, mostrando como teatro e criatividade funcionam como resistência e transformação. As outras três peças são: “Cyrano”, releitura moderna do clássico de Edmond Rostand, que trata de insegurança e amor juvenil em tempos de redes sociais. “Dom Quixote: Onde Está o Amor”, que transforma o cavaleiro em Quísia, um menino trans que enfrenta exclusão e busca aceitação por meio da fantasia e da poesia e “Histórias de Arrepiar”, com quatro cenas curtas de terror que abordam temas como automutilação, intolerância e marginalização, misturando suspense, humor e crítica social. Além das peças, o livro traz artigos assinados por especialistas em teatro, como Tania Brandão e Celso Taddei, que enriquecem o conteúdo com análises e sugestões pedagógicas. A obra é indicada para jovens, pais, educadores e profissionais que atuam com o público adolescente. O livro tem 210 páginas.

Em um mundo cada vez mais conectado por telas, redes e inteligências artificiais, um grupo de profissionais das mais diversas áreas se uniu para lançar uma proposta ousada e profundamente necessária: resgatar a saúde mental, emocional e espiritual do ser humano. Esse é o ponto de partida de “O Novo Ser Humano: Mais Saúde Mental na Era Digital”, recém-lançado pela editora Literare Books International. Organizado por Claudia Cardillo, Clelia Queiroz Gadelha e Gustavo Hohendorff, o livro reúne 26 autores entre médicos, terapeutas, advogados, educadores e especialistas em inovação e comportamento humano. O objetivo é claro: inspirar o leitor a encontrar equilíbrio e propósito em meio aos desafios da vida moderna. Com 280 páginas de reflexões, experiências e práticas integrativas, a obra propõe uma nova forma de viver e se comunicar, valorizando a presença, a empatia e o autoconhecimento. O conteúdo transita por temas como medicina integrativa, longevidade, qualidade de vida, inteligência emocional e o impacto das novas tecnologias nas relações. A obra visa promover uma transformação profunda na maneira como vivemos, nos relacionamos e cuidamos da nossa saúde. Propõe um novo paradigma de existência, mais consciente, conectado com a natureza, com o outro e consigo mesmo, e orientado pela busca de equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Ao integrar ciência, espiritualidade e tecnologia, o livro apresenta caminhos concretos para a construção de uma saúde verdadeiramente integral e sustentável.

Inspirado na figura paterna — homem de rotinas rígidas, afeito aos bares, às amizades masculinas e à distância emocional com a família — o escritor e doutor em Ciências da Comunicação, Jeder Janotti Júnior, traduz no livro “Mãe, o Pai Não Vai Chorar?” a inquietação diante dos rigores da masculinidade paterna. Com sensibilidade, aborda a lenta decadência física e psicológica do pai até sua morte — momento que dispara uma intensa rememoração de vivências e palavras não ditas. Nos últimos encontros com o progenitor, o autor se lembra que o pai não conseguia mais caminhar, mas também não aceitava as próprias fragilidades apesar de depender do filho para tarefas simples. Ao revisitar outras lembranças marcantes — as viagens e afazeres durante a infância, a construção da casa da família e os lutos ao longo da vida —, Jeder confronta os ritos de passagem e as heranças emocionais transmitidas através das gerações, como a falta de aproximação física e afetiva entre os homens. Por meio de uma linguagem imagética e lírica, Jeder Janotti Júnior destaca a mãe como arrimo familiar, uma vez que ela desempenhou múltiplos papéis para preencher as lacunas deixadas pela ausência emocional e falta de carinho do pai. Com uma prosa rica em detalhes, o escritor transcende a experiência pessoal para abordar questões cotidianas sobre identidade, conexões de afeto e as sensações que moldam a subjetividade de cada pessoa. “Mãe, o Pai Não Vai Chorar?” é para todos aqueles que buscam fazer as pazes com a criança interior, por meio de reflexões sobre temas como o machismo, a desigualdade social e o medo de envelhecer. O livro tem 73 páginas e é um lançamento da Editora Ipê da Letras.
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