05 de junho | 2025
Celular furtado em escola de Olímpia: Notas oficiais tentam esclarecer o caso
Estudante tem aparelho levado de mochila em sala de aula; Centro Paula Souza envia nota para ampliar dados sobre o fato.

De acordo com o relato de A.R.C.A. à polícia, seu filho, A.F.C.A., aluno da ETEC no período noturno, levou o celular para a escola. Ele costumava guardar o aparelho em uma caixa específica, mas, devido à presença de um professor substituto, a caixa estava trancada. Por isso, o aluno deixou o celular em sua mochila.
O estudante percebeu a falta do aparelho ao retornar para casa, já dentro do carro do pai. A última vez que ele viu o celular foi por volta das 19h, quando pegou um lanche na mochila. Eles voltaram à escola, mas não encontraram o celular.
A sala de aula onde o incidente ocorreu possui câmeras de segurança, o que pode auxiliar nas investigações. O caso foi registrado como furto (art. 155 do Código Penal) na Delegacia de Polícia de Olímpia, e o IMEI do aparelho foi anotado para possível bloqueio.
NOTA DO CENTRO PAULA SOUZA
“Com relação à matéria publicada no portal iFolha, o Centro Paula Souza informa que a direção da Etec de Olímpia não foi procurada para comentar o suposto furto de celular. Esclarece ainda que a direção da escola recebeu o aluno e seus responsáveis e, prontamente, disponibilizou o acesso às imagens das câmeras de monitoramento. Nos vídeos não foi possível identificar qualquer movimentação suspeita nas dependências da unidade. Comprometida com a segurança e o bem-estar de toda a comunidade escolar, a direção orientou o estudante a registrar boletim de ocorrência e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”.
“Vale ressaltar que, em atendimento à legislação que proíbe o uso de dispositivos eletrônicos nas escolas da Educação Básica, a Etec disponibiliza em cada sala de aula uma caixa com cadeado, destinada à guarda dos aparelhos durante o período de aula. Se o compartimento estiver trancado, cabe aos estudantes solicitar as chaves”.
NOTA DA REDAÇÃO!
A Folha da Região, veículo com mais de 54 anos de história registrando os acontecimentos de Olímpia e Região, reitera que o Boletim de Ocorrência é um documento oficial de fatos ocorridos no setor policial da cidade. A menos que a editoria entenda ser necessário, em casos específicos, o jornal não procura ouvir as pessoas envolvidas.
No caso da presente ocorrência, a editoria do veículo entendeu que não caberia ouvir a direção da escola, pois os fatos, por si só, consolidavam a notícia. Aliás, a nota oficial enviada pela escola e seus esclarecimentos praticamente não modificaram em nada o fato noticiado.
Dessa forma, a Folha da Região mantém tudo o que foi escrito com base na ocorrência e reafirma ter cumprido seu papel jornalístico dentro de suas normas de ética e conduta. Sempre lembrando que ninguém é dono da verdade, pois esta é fruto da interpretação dos fatos de cada um, que os observa de acordo com seus próprios interesses.
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