04 de julho | 2026

Véi da Ni transforma “ataque de paixão” em nova música de amor

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Intitulada “Apaixonei”, a composição descreve o impacto provocado pelo encontro com uma mulher que muda a rotina do personagem. Com 2 minutos e 38 segundos, a faixa foi transformada em música com inteligência artificial e amplia a sequência de trabalhos românticos iniciada com “Cadê Você?”.


O personagem musical Véi da Ni sofreu mais um de seus chamados “ataques de paixão” e transformou o sentimento em música. A nova composição, intitulada “Apaixonei”, apresenta uma declaração direta a uma mulher que, desde o primeiro encontro, chama a atenção pela aparência, pelo sorriso, pela personalidade e pela maneira natural de se comportar.

Com duração de 2 minutos e 38 segundos, a música começa descrevendo o instante em que a mulher aparece e provoca uma reação imediata no personagem. “Ela chegou, travou minha respiração. Nem tava procurando, acertou meu coração”, diz o primeiro verso, que estabelece o encontro inesperado como ponto de partida da narrativa.

DO PRIMEIRO OLHAR À DECLARAÇÃO

A letra acompanha o avanço da paixão. Inicialmente, o personagem tenta observar e se aproximar sem demonstrar completamente o que está sentindo. A tentativa, porém, não funciona. No pré-refrão, ele reconhece que procurou disfarçar, mas que todos ao redor perceberam a mudança provocada pela chegada da mulher.

O refrão abandona qualquer tentativa de esconder o sentimento. “Ô, menina, cê bagunçou minha vida”, declara o personagem, antes de destacar o sorriso, a aparência e a personalidade da mulher. A letra também afirma que o interesse não está limitado à atração física ao mencionar que “seu corpo é lindo” e que “sua alma também”.

MÚSICA DESCREVE UMA PAIXÃO REPENTINA

Na segunda parte, a composição descreve uma mulher de presença marcante, que conquista sem precisar chamar a atenção de maneira forçada. O perfume, o olhar e o comportamento aparecem entre os elementos que alimentam a paixão do personagem, apresentado como alguém completamente envolvido pelo encontro.

A narrativa também ultrapassa o momento inicial da atração. Véi da Ni fala em dividir planos, comemorar vitórias e acompanhar cada novo amanhecer. A letra procura deixar claro que o sentimento não é apresentado como uma aventura passageira, mas como o desejo de construir uma relação e manter a mulher por perto.

PRODUÇÃO TEVE AUXÍLIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A letra foi escrita por José Antônio Arantes, criador do personagem Véi da Ni, e transformada em música com o auxílio da plataforma de inteligência artificial Suno. O vídeo vertical da faixa apresenta os versos sincronizados com a gravação e mantém, na própria tela, a identificação de que o conteúdo musical foi produzido por meio da ferramenta.

Esse sistema de produção já vem sendo utilizado por Arantes em outras composições. O personagem surgiu como uma maneira de transformar experiências pessoais, histórias familiares, lembranças e situações do cotidiano em músicas produzidas com o auxílio da inteligência artificial. O repertório reúne temas como envelhecimento, família, netos, amizades, homenagens e diferentes fases da vida.

MÚSICA ANTERIOR TAMBÉM TRATOU DE AMOR

“Apaixonei” dá sequência ao tema romântico abordado recentemente em “Cadê Você?”, primeiro rock lançado pelo personagem. Na composição anterior, Véi da Ni narrava a procura por uma mulher capaz de despertar um sentimento verdadeiro, enquanto o tempo avançava e a possibilidade de encontrar esse amor parecia cada vez mais distante.

Na nova faixa, o ponto de partida é diferente. A mulher já apareceu, provocou a paixão e levou o personagem a assumir o que sente. Na ponte, ele declara que não pretende mais esconder seu estado e afirma que, caso ela o chame, irá ao seu encontro sem pensar duas vezes.

REFRÃO DESTACA CORPO, SORRISO E PERSONALIDADE

A música utiliza uma estrutura curta, composta por versos, pré-refrão, refrão, ponte e refrão final. A linguagem é direta e próxima da conversa cotidiana, com expressões como “cê bagunçou minha vida”, “essa vibe bonita” e “vem pra perto de mim”.

No encerramento, a letra reforça o pedido para que a mulher permaneça ao lado do personagem. O último trecho afirma que ela se tornou seu “melhor resultado” e que, durante a noite ou no nascer do sol, é responsável por fazer o mundo dele “girar melhor”.

REPERTÓRIO PASSA POR VELHICE, FAMÍLIA E HOMENAGENS

Antes das composições românticas, Véi da Ni havia lançado músicas voltadas principalmente às relações familiares, às lembranças e ao envelhecimento. Entre elas estão “Tristeza de Véi”, “Alegria de Véi”, “Na Ponta da Mesa”, “Minha Filha Bruna” e “Saudade da Minha Pretinha”. O personagem também produziu uma homenagem musical ao médico otorrinolaringologista Matheus Sgarbi.

“Tristeza de Véi” e “Alegria de Véi”, por exemplo, foram criadas como duas formas diferentes de retratar a passagem do tempo. Enquanto a primeira aborda limitações físicas, remédios, planos adiados e a distância entre os desejos e as possibilidades do corpo, a segunda valoriza a experiência acumulada, a convivência familiar e as pequenas alegrias mantidas ao longo dos anos.

“APAIXONEI” FICA DISPONÍVEL NO IFOLHA

A nova música passa a integrar o acervo do Véi da Ni disponibilizado aos leitores do iFolha. O vídeo de “Apaixonei”, com a letra apresentada na tela, acompanha esta publicação e permite ouvir integralmente a composição.

Com a nova faixa, o personagem volta ao tema do amor, mas abandona a procura angustiada apresentada em “Cadê Você?”. Desta vez, a história começa depois do encontro e termina com uma declaração: “É você que faz meu mundo girar melhor”.

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