05 de setembro | 2026

Mãe registra BO e acusa professor de agredir e ofender aluno de 11 anos em escola de Olímpia

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Segundo relato feito à Polícia Civil, estudante de 11 anos teria sido atingido na cabeça com pacote de folhas e livros e chamado de “burro”, “idiota” e “cabeção”. Mãe afirmou que o filho não quer mais frequentar as aulas do professor.

A mãe de um estudante de 11 anos registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de Olímpia relatando supostas agressões físicas e ofensas praticadas por um professor contra o filho. O menino estuda em período integral na Escola Capitão Narciso Bertolino, em Olímpia. O registro policial classifica a ocorrência como injúria e vias de fato.

Segundo a versão apresentada pela mãe à polícia, o filho teria reclamado diversas vezes do comportamento do professor. Em uma das situações narradas, o docente teria atingido a cabeça do garoto com um pacote de folhas de caderno que carregava nas mãos. A mulher declarou que o menino chegou em casa reclamando de dor de cabeça após o episódio.

MÃE RELATOU OUTRO EPISÓDIO COM LIVROS

O boletim registra ainda a alegação de que o estudante teria sido atingido pelo mesmo professor em outra ocasião, desta vez com livros. O documento não informa quando exatamente teriam ocorrido cada um desses episódios nem apresenta, no relato registrado, informações sobre eventual atendimento médico ou lesões constatadas.

Além das acusações de agressão física, a mãe afirmou que o professor dirigiria ofensas ao aluno. Conforme consta literalmente no histórico da ocorrência, o menino teria sido chamado de “burro”, “idiota” e “cabeção”. As informações constantes do boletim correspondem à versão apresentada pela responsável e não representam, por si só, conclusão sobre os fatos.

ALUNO NÃO QUER MAIS IR À ESCOLA, DIZ MÃE

A mulher declarou ainda que a situação estaria afetando diretamente a vida escolar do filho. Segundo ela, o menino não quer mais ir à escola e, nos dias em que tem aula com o professor citado, acabaria evitando as aulas. A mãe afirmou que os acontecimentos estariam causando “grande constrangimento” ao estudante.

O BO informa que a mãe disse já ter comunicado os fatos à Secretaria de Educação local e também à de Barretos, mas afirmou à polícia que, até o momento do registro da ocorrência, não havia obtido respostas. O boletim foi registrado em 3 de setembro, enquanto a data da ocorrência foi indicada como 17 de agosto, sem horário determinado.

CASO FOI REGISTRADO COMO INJÚRIA E VIAS DE FATO

Na Polícia Civil, o episódio foi registrado sob as naturezas de injúria, prevista no artigo 140 do Código Penal, e vias de fato, prevista no artigo 21 da Lei das Contravenções Penais. O documento identifica o homem citado na ocorrência como professor da escola.

A responsável também recebeu orientação policial sobre o prazo legal para eventual apresentação de queixa-crime. O boletim não traz a versão do professor sobre as acusações feitas pela mãe do estudante.

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