21 de maio | 2014

Bontur registra ocorrência de danos contra alunos do Anita Costa

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A empresa Bontur, responsável pelo transporte público no município de Olímpia, registrou uma ocorrência de danos na Delegacia de Polícia contra alguns alunos da Escola Estadual Dona Anita Costa que utilizam uma linha que os transporta aos bairros: Jardim Tropical e Cote Gil, ambos na zona oeste da cidade. Eles são acusados de depredar o veículo.

Consta que a ocorrência se refere a um fato que teria ocorrido no final da tarde da terça-feira, dia 20, por volta das 17h50, na Avenida Deputado Dr. Waldemar Lopes Ferraz, defronte à sede da 2.ª Companhia da Polícia Militar, na região central da cidade.

A ocorrência foi registrada pelo gerente da empresa Paulo Sérgio Montagnaro, de 44 anos de idade, morador na Rua Ludovico Batista do Prado, número 32, no Jardim Alfredo Zucca, conhecido por Cohab IV, na zona norte de Olímpia, e pelo fiscal de transportes coletivos Edmilson Silva dos Santos, de 38 anos, morador na rua Paulo do Sim, número 90, no Jardim Campo Belo, na zona leste.

De acordo com a polícia, os danos teriam sido praticados pelos alunos que ocupavam o veículo VW/Induscar Apache U, ano 2006, cor azul, movido a diesel, com placas DBL 0399, que estava sendo conduzido pelo motorista Jovair Moreira, morador do Jardim Miessa, na zona norte.

Os representantes da empresa informaram à polícia que a Bontur foi contratada pela Prefeitura Municipal de Olímpia para transportar alunos da Escola Anita Costa, com destino aos bairros Tropical e Cote Gil.

Eles noticiam também que há algum tempo esses alunos vem, propositalmente, quebrando bancos, rasgando cortinas, danificando campainhas e pichando nas costas dos bancos do ônibus. Os alunos, segundo eles, meninos e meninas têm entre 11 e 14 anos de idade. Os fatos sempre ocorrem na parte de trás do ônibus e, normalmente, são sempre os mesmos alunos.

Informam ainda que quando o ônibus para alguns alunos descem e os que permanecem cospem sobre os que desceram e estes, que receberam as cusparadas, respondem arremessando pedras que acabam acertando o ônibus.

REINCIDÊNCIA

Ao justificar a medida, o proprietário da empresa, empresário Clóvis Sarri apontou que há reincidência desses atos de vandalismo e que por isso resolveu procurar a polícia.

“Eles acham bonito cortar poltronas, cortar cortinas, destruir os tetos dos ônibus, danificar as campainhas, pichar as costas dos bancos, gritar e falar palavrões”, afirmou em uma entrevista que concedeu a uma emissora de rádio.

Sarri reclamou que está difícil identificar quais são os alunos que tem praticado os vandalismos. Mas avisa que se não forem tomadas providências, ele teme “até algo pior no futuro”.

Também de acordo com ele, caso essa medida não surta efeito, atitudes drásticas terão que ser adotadas como a requisição da interveniência do Conselho Tutelar e um esforço conjunto entre a Prodem (Progresso e Desenvolvimento Municipal) e Polícias Civil e Militar, para identificar quem são os vândalos.

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