06 de novembro | 2016
Beto Puttini foi o que mais gastou na eleição de prefeito
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Já o candidato vencedor, Fernando Augusto Cunha que fez dobradinha com o médico Fábio Martinez, que disputou a eleição pela coligação “Olímpia melhor pra todos”, foi o que apresentou valor menor por cada voto que recebeu nas urnas.
De acordo com o que consta como declarado por ele no site do TSE, ele gastou aproximadamente R$ 6,60 por cada voto recebido. No total, Fernando Cunha, que recebeu 16.017 votos, apresentou o total de R$ 105.729,78 como despesa de campanha, cerca de 18% menos que Beto Puttini.
Esse foi o segundo maior total declarado à justiça eleitoral, mostrando que gastou menos por voto recebido, inclusive, que o segundo colocado, Hilário Juliano Ruiz de Oliveira, que gastou R$ 6,93 por cada voto.
Como se recorda, o vereador Hilário Ruiz disputou a eleição pela coligação “Honestamente, a verdadeira mudança”, que foi o nome escolhido por 7.424 eleitores, apresentou despesas no total de R$ 51.450,05, ou seja, aproximadamente 143% menor que Humberto José Puttini.
Já o candidato do PSOL, Cecílio Miguel Neto, conhecido por Neto Naim, apresentou o total de R$ 3.971,12 de despesas eleitorais, o que representa o valor de R$ 7,194 por cada voto que recebeu nas urnas. Ele foi votado por 552 eleitores.
LEGISLAÇÃO ELEITORAL
Além das informações entregues por meio dos chamados relatórios financeiros, a legislação previa a entrega da prestação de contas parcial, que este ano ocorreu entre os dias 9 e 13 de setembro, constando o registro da movimentação financeira de campanha ocorrida desde seu início até o dia 8 de setembro.
Mas a legislação também prevê a entrega da prestação de contas final, até 1º de novembro de 2016, para as candidaturas e os partidos que apenas participaram do primeiro turno das eleições, que é o caso de Olímpia.
Candidato Puttini gastou quase R$ 44 mil com cabos eleitorais
Do valor total da despesa que apresentou à Justiça Eleitoral, o vereador Humberto José Puttini, que disputou a eleição para o cargo de prefeito de Olímpia pela coligação “Olímpia não pode parar”, pelo menos aparentemente com apoio do prefeito Eugênio José Zuliani, consumiu quase R$ 44 mil com cabos eleitorais.
Pelo menos é essa a conclusão que se pode chegar a partir do valor de R$ 43.556,00 que ele informou a título de despesas com pessoal. Outra despesa de valor significativo foi com publicidade e materiais impresso com o qual gastou R$ 19.180,00.
Além disso, gastou outros R$ 15.898,00 com publicidade e carros de som, além de R$ 12.100,00 com comícios realizados pela cidade. Mas gastou também outros R$ 8.323,00 com publicidade através de adesivos.
No ranking dos principais fornecedores – ainda não foi possível visualizar todos os dados declarados até no início da noite de ontem – o maior valor que aparece é de Fábio Rodrigo Vicenzotto – ME com o valor de R$ 13.978,00.
Em seguida foi possível encontrar: Flávia Ines G. Silvestre Artes Gráficas – ME (R$ 10.725,00), José Roberto Ruiz Júnior (R$ 9.500,00), Auto Posto Puttini (R$ 6.898,09) e Gerolin Sociedade de Advogados (R$ 5.000,00).
No entanto, esses valores não representam todas as despesas da campanha de Beto Puttini que, no total, apresentou o valor de R$ 124.999,98.
Maior gasto de Cunha aparece como contas não especificadas
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Além disso, informou que gatou o valor de R$ 16.200,00 com atividades de militância e mobilização de rua. Outros R$ 14.620,00 foram gastos com publicidade por materiais impressos.
Mas também foram gastos R$ 11.500,00 com a produção de programas de rádios e ainda o valor de R$ 11.347 com publicidade através de adesivos.
No ranking de seus fornecedores o maior valor foi pago a Centrograf Artes Gráficas e Editoriais Ltda. – EPP, no total de R$ 13.100,00; em seguida parece o nome de Flávio Roberto Guimarães, com o total de R$ 11.500,00.
Também no ranking dos maiores fornecedores aparece a empresa Sinfor – Consultoria e Pesquisa Rio Preto Ltda. – EPP; Maria Cristina Pires Rossi – ME com o valor de R$ 6.860,00 e ainda a Empresa Paulista Folha da Região Ltda. – ME com o total de R$ 5.000,00 gastos em publicidade.
Maior gasto de Hilário Ruiz foi serviços prestados por terceiros
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Em seguida aparece o valor pago por publicidade através de materiais impressos, no total de R$ 17.484,00. Já o terceiro maior valor declarado foi R$ 4.845,00 com a publicidade de sua campanha através de adesivos.
A locação de bens imóveis – provavelmente com imóvel onde funcionou o comitê de campanha – custou o valor de R$ 2.287,58. Já com a produção de jingles, vinhetas e slogans, o candidato apresentou um gasto de R$ 1.800,00.
No ranking dos maiores fornecedores o maior gasto foi com a empresa Centrograf Artes Gráficas e Editorais Ltda. – EPP (R$ 10.588,00); em seguida aparece o nome de Ciclaor Brentani Gomes (R$ 8.000,00).
Além disso, aparecem também: Donizeti A. Guimarães Contabilidade – ME (R$ 6.000,00), Aparecido Perpétuo Borges (R$ 4.000,00) e Maria Cristina Pires Rossi – ME (R$ 3.265,00).
Neto Naim gastou apenas R$ 635,12 com combustível
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Esse valor de despesas com pessoal representa 40,29% do total que apresentou como tendo gasto durante sua campanha eleitoral que foi de R$ 3.971,12. Além disso, gastou também R$ 1.286,00 com publicidade através de material impresso.
Outro gasto que aparece na prestação de contas que apresentou à Justiça Eleitoral foi no total de R$ 1.150,00, mas ainda a especificar. Também gastou R$ 800,00 com publicidade por adesivos.
No ranking de seus fornecedores o maior valor aparece como pago a empresa Flávia Ines Silvestre Artes Gráficas – ME (R$ 1.286,00). Em seguida aparecem os nomes de Renato Alexandre Recco (R$ 1.000,00), Stampsilk Ltda. – ME (R$ 800,00), Hélio Alberto Zaccarelli – Posto Califórnia (R$ 635,12) e José Mario Russo – ME (R$ 150,00).
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