02 de outubro | 2010

Juiz federal concede liberdade provisória à quadrilha do cigarro

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O juiz da 3.ª vara federal de São José do Rio Preto, Wilson Pereira Júnior, embora tenha aceito a denúncia, no mesmo dia, concedeu liberdade provisória aos cinco acusados de contrabando e descaminho que foram flagrados com uma carreta carregada com cigarros contrabandeados, possivelmente do Paraguai.


Consta que a decisão saiu no final da tarde da sexta-feira, dia 1.º de outubro, por volta das 17 horas.


Com isso os quatro acusados, que estavam encarcerados na cadeia pública de Severínia foram colocados em liberdade ainda no final da tarde, de acordo com o carcereiro Carvalho.


A mulher, segundo foi confirmado pelo escrivão Luiz, da Delegacia de Olímpia, deixou o Presídio Feminino de Jaborandi por volta das 21 horas.


Foram colocados em liberdade o motorista José Wilmar Mota, Odair Antônio Siqueira, José Adalto Chaves de Oliveira e Cesari Olmos Júnior, que estavam na cadeia de Severínia e Miriam Aparecida Lucas, esposa de Olmos Júnior, que estava em Jaborandi.


Como se recorda, a Polícia Militar apreendeu aproximadamente 35 mil pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai, na zona rural de Olímpia.


A ocorrência de descaminho e formação de quadrilha foi registrada no domingo, dia 26, no sítio São Francisco, bairro rural Água Parada, região do bairro rural Lambari.


Consta que foram apreendidas 780 caixas contendo 50 pacotes cada, de cigarros de marcas diversas, possivelmente com origem no Paraguai, além de um computador pessoal, três telefones celulares, uma Scannia 113, vermelha, com placas AHL 1943, de Guairá, Paraná; um reboque basculante branco, placa ALJ 2764, também de Guairá, Paraná; um Fiat Fiorino com placas ALJ 2764, de Rio Preto; uma Kombi placas BFW 9909, de Barretos; e uma Van placas BXN 9144, de Olímpia.


Ainda na residência de Olmos Júnior, os policiais encontraram mais 280 pacotes de cigarros. Todos foram levados à delegacia de Polícia onde o delegado João Brocanello Neto os autuou em flagrante, sendo os homens encarcerados na cadeia pública de Severínia.


Já a esposa de Olmos Júnior, que está grávida e passou mal na delegacia, foi socorrida até a Santa Casa de Olímpia, onde permaneceu internada sob escolta de um policial militar, por um dia, e depois foi encarcerada no Presídio Feminino de Jaborandi.
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