18 de abril | 2021
Prefeito requisita escolta policial para o bombeiro incendiário ser ouvido
SITUAÇÃO DE TEMOR?
Comissão apura atitude de bombeiro municipal
que pode resultar na sua exoneração. Foram
03 policiais militares e outros da guarda
civil que garantiram a segurança enquanto
bombeiro incendiário era
ouvido na comissão
de sindicância.
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É que a comissão de Sindicância que apura se a atitude do funcionário municipal, bombeiro civil, Cláudio José Azevedo de Assis, o Cláudio Báia, 55 anos (foto), fere o estatuto do funcionalismo municipal e mesmo se teve alguma intenção de matar o prefeito, marcou para esta data e horário o seu depoimento no prédio da prefeitura.
O prefeito Fernando Cunha, no entanto, com a intenção de garantir a segurança dos membros da comissão e mesmo dos funcionários e das instalações de seu gabinete, requisitou 03 policiais militares para escoltarem o bombeiro em seu interrogatório.Também foi requisitada a presença da guarda civil municipal.
A informação foi confirmada pela assessoria da prefeitura que, no entanto, por questões de sigilo no procedimento administrativo, não pode adiantar quais foram as declarações do bombeiro incendiário que participou da audiência acompanhado de outra advogada.
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