18 de abril | 2021

Prefeito requisita escolta policial para o bombeiro incendiário ser ouvido

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SITUAÇÃO DE TEMOR?
Comissão apura atitude de bombeiro municipal
que pode resultar na sua exoneração. Foram
03 policiais militares e outros da guarda
civil que garantiram a segurança enquanto
bombeiro incendiário era
ouvido na comissão
de sindicância.

Quem passou nas proximidades do gabinete do prefeito Fernando Cunha, na Praça Rui Barbosa, no início da tarde de quarta-feira, 14, pode até ter pensado que o autor confesso do atentado terrorista incendiário à Folha da Região e seu editor, na madrugada do dia 17, poderia ter tido prisão preventiva sido decretada contra ele.

É que a comissão de Sin­dicância que apura se a atitude do funcionário municipal, bombeiro civil, Cláudio José Azevedo de Assis, o Cláudio Báia, 55 anos (foto), fere o estatuto do funcionalismo municipal e mesmo se teve alguma intenção de matar o prefeito, marcou para esta data e horário o seu depoimento no prédio da prefeitura.

O prefeito Fernando Cunha, no entanto, com a intenção de garantir a segurança dos membros da comissão e mesmo dos funcionários e das instalações de seu gabinete, requisitou 03 policiais militares para escoltarem o bombeiro em seu inter­ro­ga­tório.Tam­bém foi requisitada a presença da guarda civil municipal.

A informação foi confirmada pela assessoria da prefeitura que, no entanto, por questões de sigilo no procedimento administrativo, não pode adiantar quais foram as declarações do bombeiro incendiário que participou da audiência acompanhado de outra advogada.

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