20 de março | 2011

Veterinário reclama de “lixão” em terreno baldio no centro da cidade

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No embalo da reportagem desta Folha retratando o descaso com as condições visuais da cidade e mesmo com a falta de higiene e riscos de doenças que o lixo mal depositado pode causar, o veterinário Alexandre Guedes Fraga (foto), está reclamando de um terreno baldio que fica ao lado de sua residência e estabelecimento comercial e que é utilizado como depósito de lixo por alguns moradores das redondezas.


De acordo com ele, isso ocorre constantemente em um grande terreno, que fica na rua Lusitânia, entre sua residência e a Academia Corpore, em pleno centro de Olímpia, que aparenta grande estado de abandono.


A rua onde está situado o terreno, passa paralela à av. Aurora Forti Neves, onde o veterinário tem seu estabelecimento comercial, Tutti Cane Pet Shop.


O verdadeiro lixão central, embora com calçada, mas sem muro, segundo a reportagem desta Folha verificou, faz divisa também com a JD Eletricidade, que pertence ao comerciante Luiz Carlos Rizzo.

Guedes fez citação à matéria publicada no jornal na semana passada, que demonstra que muitos maus cidadãos usam seus carros para levar o lixo para lugares mais afastados, o que também não acha correto, salientando que a situação que enfrenta é preocupante.

“Um vizinho chega a atravessar a rua para jogar lixo no terreno. Joga desde entulho até restos de comida nesse”, reclama Guedes.


Segundo ele, que tem tudo registrado em fotos e, inclusive em um filme que seu filho postou na Internet, mais precisamente no site de comunicação social Youtube, o terreno atrai “ratos, lagartos tiús e até gambás”.


Guedes reclama que o terreno está totalmente tomado por um imenso matagal e que de longe é possível verificar a existência de pés de mamonas de mais de quatro metros de altura.


“Quem frequenta a academia sabe que não dá para andar na calçada imposta, a meu ver corretamente pelo prefeito, pois o mato cobriu a calçada”, avisa.


O veterinário pede ao prefeito Eugênio José Zuliani, Geninho, que, depois da lei da calçada, “poderia propor a lei da limpeza, ainda mais se pensarmos na dengue ou só na imagem da nossa cidade para quem vem de fora”.


Para o veterinário é digno de apoio que a Prefeitura providencie a limpeza desse terreno e cobre a taxa do proprietário, “já que quem é dono de um terreno baldio e largado, normalmente tem algum poder aquisitivo e poderia pagar uma taxa de limpeza de terreno anual para que a prefeitura, usando seus equipamentos, faça a limpeza”.


Entretanto, além do lixo que é jogado e da falta de limpeza do local, Guedes reclama que não foi atendido quanto solicitou que a Prefeitura enviasse alguma máquina para realizar a limpeza. A situação ali já não é mais prejudicial apenas aos vizinhos, mas já se torna uma situação de saúde pública e se limpar, o poder público estará fazendo um bem para a coletividade e não para poucos indivíduos”, finalizou.

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