31 de agosto | 2011
Polícia Militar prende três acusados de traficar drogas em complexo da prefeitura no Jardim Paulista
A Polícia Militar prendeu na noite da terça-feira, dia 30, por volta das 21h15, três elementos acusados de comercializar drogas nas proximidades de um complexo da Prefeitura Municipal, implantado no Jardim Paulista, zona leste de Olímpia. Segundo as informações, além de uma quantidade de drogas, foram apreendidos rádios comunicadores e dois telefones celulares.
A ação dos policiais militares ocorreu na esquina da Rua Theodomiro Joaquim Bittencourt com a Avenida Seno, nas proximidades da Escola Municipal Luiza Seno de Oliveira, que junto com a Unidade Básica de Saúde (UBS) Dona Dalva Fernandes Ayusso e a quadra de esportes da Cidadania, compõem um complexo da Prefeitura Municipal, localizado no Jardim Paulista.
Consta que a polícia realizava patrulhamento pelo local visando coibir o tráfico de drogas, quando avistaram dois indivíduos em atitude suspeita. Como havia denúncias anônimas, os policiais realizaram a abordagem e encontraram drogas, dinheiro e até rádios comunicadores.
De acordo com a polícia, com Danilo foram localizadas seis porções de cocaína acondicionadas em um porta moedas e em sua carteira a quantia de R$ 70. Ao ser indagado, Danilo confirmou que estava vendendo cocaína pelo local ao preço de R$ 20 a unidade e que a droga pertenceria ao vulgo Fred, para quem trabalharia, recebendo a importância de R$ 200 por semana.
Por outro lado, Cícero seria o responsável por armazenar a droga e abastecer o ponto de venda, mas ele afirmou aos policiais que a droga pertenceria ao jornaleiro. Já André, o “Fred”, por sua vez, além de negar o crime, disse que Cícero era quem guardava a droga e que buscava para abastecer o local quando não havia mais o que traficar.
Os três foram levados à Delegacia de Polícia, onde o delegado João Brocanello Neto os autuou em flagrante e determinou em seguida, que fossem encarcerados na cadeia pública de Barretos, onde permaneceriam à disposição da justiça.
Ainda de acordo com o que consta na polícia, quando já na Delegacia, o jornaleiro teria ameaçado Danilo, em alto e bom tom, dizendo: “você vai morrer na cadeia, seu ‘cagueta’ (dedo duro no meio policial)”.
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