11 de março | 2026

‘Como Surgiu o Primeiro Griot”

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Como Surgiu o Primeiro Griot

O livro “Como Surgiu o Primeiro Griot”, publicado pela Cortez Editora, apresenta ao público a origem lendária dos griots, guardiões da memória e da tradição oral africana. Com texto de Rogério Andrade Barbosa e ilustrações de Rogério Borges, a obra reúne narrativa sensível e imagens marcantes em 32 páginas. A história acompanha dois irmãos do Mali que partem de Tombuctu e enfrentam os desafios do deserto do Saara até encontrarem abrigo em um oásis, onde o destino deles se transforma e revela a origem mítica do primeiro griot. Narrado por um contador de histórias experiente, o livro destaca o papel fundamental desses personagens na preservação da ancestralidade, da cultura e dos laços comunitários. Voltada para leitores de todas as idades, a publicação marca a força da oralidade africana e reforça a importância das histórias que atravessam gerações.

 

 

 

Eu Sou N

A liberdade religiosa é um pilar importante das democracias modernas. No entanto, a perseguição, a tortura e, muitas vezes, a morte de cristãos é uma aterradora realidade que persiste ainda no Século XXI. De acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2021 (Missão Portas Abertas), apenas entre 2020 e 2021, a morte de cristãos aumentou 60%, passando de 2.983 casos para 4.761, respectivamente. Com objetivo de conscientizar as igrejas e os leitores sobre esse delicado tema, a Editora Mundo Cristão lança no Brasil o livro “Eu Sou N: Relatos de Cristãos que Enfrentam o Extremismo Islâmico”. Organizado pela missão “A Voz dos Mártires”, instituição fundada pelo pastor Richard Wurmbrand, que existe desde 1967 com objetivo de servir às igrejas perseguidas ao redor do mundo, a obra apresenta histórias reais, lições de perdão, resiliência, amor ao próximo, fé e coragem. O livro reúne fatos reais que aconteceram com cristãos da Nigéria, China, Malásia, Paquistão, entre outros países, durante os anos 2001 e 2015. Tais histórias são verdadeiros exemplos de fé e coragem diante do extremismo e da violência, e uma fonte de lições contundentes sobre superação e integridade em meio a situações difíceis. Sem promover qualquer discriminação entre religiões, o livro traz uma mensagem de esperança e incentiva o despertar dos leitores para se engajarem no combate à perseguição religiosa, a serem protagonistas na construção de um mundo em que haja paz, segurança e liberdade. “N” é o símbolo com o qual muçulmanos radicais identificam os seguidores de Jesus, o Nazareno. O livro tem 256 páginas.

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