08 de junho | 2025
“Maria Gargalhada” – menina alegre e esperta, que ganhou o apelido de “Gargalhada”
Mapeando o Diabo
Engana-se quem imagina a batalha espiritual como uma cena de filme cheia de gritos, escuridão, cabeças girando e objetos voando. Em “Mapeando o Diabo”, lançamento da Editora Vida, o teólogo e pastor Eduardo Reis alerta: o campo de guerra acontece no silêncio, na maldade invisível aos olhos. Embasado nas pesquisas de estudiosos da fé cristã, o autor apresenta um mapa bíblico e histórico sobre a atuação do inimigo desde o Éden até o Século XXI, a fim de ajudar o leitor a reconhecer e resistir às estratégias do Mal com fé em Cristo. Segundo o teólogo, o Diabo é o pai da mentira e age na mente de cada um por meio de armadilhas como o medo, dúvida, desânimo, distração e orgulho. Mas o escritor reforça que Jesus venceu na cruz. Portanto, a verdadeira batalha espiritual dos cristãos hoje não é para vencer o inimigo: é para permanecer firme na vitória já conquistada pelo Filho de Deus. Reis ensina a fazer isso a partir do cultivo de uma vida de obediência à Palavra, vigilância constante e testemunho fiel, pois afirma que a adoração é uma arma muito mais poderosa do que o confronto direto. Dividido em três capítulos — a criação e queda dos três Édens na Bíblia, a presença do Diabo ao longo da História e a vitória final em Cristo —, o livro oferece fundamentação teórica em estudiosos como Merrill F. Unger, um dos principais nomes da demonologia; Norman Geisler, conhecido por sua teologia sistemática e defesa das Escrituras Sagradas; e George Eldon Ladd, que moldou gerações com sua escatologia bíblica. O autor também dedica um capítulo extra a responder perguntas frequentes sobre o poder e os limites do Diabo: ele pode causar doenças? Ler mentes? Operar milagres? Controlar o clima? As respostas desmistificam crenças populares e colocam o leitor em contato com a verdade das Escrituras. Eduardo Reis mostra, sobretudo, que não se combate o mal com sensacionalismo, pânico ou confusão teológica — mas com doutrina, conhecimento bíblico e confiança na essência divina. O livro tem 224 páginas.
Maria Gargalhada
Rir em grupo aproxima, promove empatia e estimula o afeto. Crianças à vontade para gargalhar se sentem mais seguras emocionalmente. Mas, o que acontece quando as piadas deixam de divertir e passam a magoar? No livro “Maria Gargalhada”, os autores Dulce Seabra e Sérgio Maciel utilizam a narrativa de uma menina de riso frouxo para estimular um convívio alegre e divertido entre as crianças, sem abrir mão do respeito. Na obra publicada pela Cortez Editora, Maria é uma menina alegre e esperta, que ganhou o apelido de “Gargalhada” por sempre rir de erros e tropeços de amigos e colegas. A garota bem-humorada não percebe, mas suas risadas nem sempre são bem-vindas. Tudo muda no dia em que a trapalhada é feita pela própria Maria, que se surpreende com as reações das pessoas ao seu redor. Com leveza e uma linguagem simples e direta, a obra incentiva crianças a refletirem sobre as consequências de suas ações, e a entenderem erros não como motivo de vergonha, mas parte do dia a dia. A história de Maria também permite o desenvolvimento de sensibilidade nos leitores mais jovens, e encoraja a valorização das emoções e dores dos outros. O livro conta com ilustrações do desenhista gráfico e ilustrador Marcos Antonio Godoy, que reforçam o tom lúdico e acolhedor. Alinhados com a narrativa, os desenhos permitem que o leitor acompanhe o desenvolvimento emocional de Maria e seus colegas. O livro tem 32 páginas.
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