07 de junho | 2012
Advogada assaltada por três encapuzados no Santa Ifigênia implora por relógio velho de volta

Mônica afirma que as outras coisas nem precisam devolver, mas que tenham compaixão e devolvam o relógio que pertenceu ao seu irmão falecido há mais de 20 anos. “Deixem na caixa de correio, ou em qualquer lugar que eu possa encontrar. Pelo amor de Deus. É a única recordação que tenho de meu irmão. Eu tirei do braço dele no dia em que ele morreu. Ele nem está funcionando e não vão conseguir fazer dinheiro dele”, implorou.
Os três indivíduos armados com revólveres e facas, usando moletons e capuzes, chegaram por volta das 21h30 em sua residência na rua Cândido de Souza Lima, no Santa Ifigênia e, na fuga, tentaram levar seu carro, mas não conseguiram porque o câmbio era automático e não souberam dirigir. Então, fugiram a pé.
A advogada conta que foi pega de surpresa com a chegada dos elementos encapuzados anunciando o assalto. “Eles me amarraram, amordaçaram, puseram o revólver na minha cabeça e me deixaram no chão do quarto. Fora isso me trataram bem. Percebi que eram viciados que estavam querendo dinheiro pra comprar droga”, afirmou.
Mônica também contou: “Eu falei que era esposa do Dr. Amado e eles disseram que era para eu não olhar nem pra mão deles, senão a situação poderia complicar. Eu fiquei no chão, sem olhar pra lado nenhum, sem olhar para eles. Senti muita falta de ar eles me trouxeram água. O tempo todo falavam um para o outro para não vai judiar de mim”.
E continuou: “O meu filho Lucas dormia na sala que estava escura e por sorte não acordou, pois senão poderia ter acontecido algo pior. Me levaram para o quarto e fiquei no chão com a mão amarrada e amordaçada. Levaram uma série de coisas, como celular, bolsinha de moeda, talão de cheques, algumas joias, correntinhas e pulserinhas de ouro de meu filhos quando eram crianças, bijuterias, entre outras cosias que não me recordo agora.
A advogada faz questão de mostrar que não sente raiva e nem tem mágoas dos assaltantes e até entende que, pelo fato de eles perguntarem a todo instante por dinheiro, devem ser jovens desamparados pela sociedade endemoniados pela falta da droga. “Não me trataram mal, embora seja traumático ficar amarrada e amordaçada e ter uma arma apontada para a sua cabeça. Mas não tenho mágoa, só peço encarecidamente que me devolvam a única coisa que não posso repor que é esse relógio que foi de meu irmão querido e é a única coisa material que tenho que foi dele. Deixem na caixinha do correio da minha casa, ou qualquer outro lugar, pelo amor de Deus”.
Mônica afirma que as outras coisas nem precisam devolver, mas que tenham compaixão e devolvam o relógio que pertenceu ao seu irmão falecido há mais de 20 anos. “Deixem na caixa de correio, ou em qualquer lugar que eu possa encontrar. Pelo amor de Deus. É a única recordação que tenho de meu irmãozinho adorado. Eu tirei do braço dele no dia em que ele morreu. Ele nem está funcionando e não vão conseguir fazer dinheiro dele”, implorou.
Os três indivíduos armados com revólveres e facas, usando moletons e capuzes, chegaram por volta das 21h30 em sua residência na rua Cândido de Souza Lima, no Santa Ifigênia e, na fuga, tentaram levar seu carro, mas não conseguiram porque o câmbio era automático e não souberam dirigir. Então, fugiram a pé.
A advogada conta que foi pega de surpresa com a chegada dos elementos encapuzados anunciando o assalto. “Eles me amarraram, amordaçaram, puseram o revólver na minha cabeça e me deixaram no chão do quarto. Fora isso me trataram bem. Percebi que eram viciados que estavam querendo dinheiro pra comprar droga”, afirmou.
Mônica também contou: “Eu falei que era esposa do Dr. Amado e eles disseram que era para eu não olhar nem pra mão deles, senão a situação poderia complicar. Eu fiquei no chão, sem olhar pra lado nenhum, sem olhar para eles. Senti muita falta de ar eles me trouxeram água. O tempo todo falavam um para o outro para não vai judiar de mim”.
E continuou: “O meu filho Lucas dormia na sala que estava escura e por sorte não acordou, pois senão poderia ter acontecido algo pior. Me levaram para o quarto e fiquei no chão com a mão amarrada e amordaçada. Levaram uma série de coisas, como celular, bolsinha de moeda, talão de cheques, algumas joias, correntinhas e pulserinhas de ouro de meu filhos quando eram crianças, bijuterias, entre outras cosias que não me recordo agora.
A advogada faz questão de mostrar que não sente raiva e nem tem mágoas dos assaltantes e até entende que, pelo fato de eles perguntarem a todo instante por dinheiro, devem ser jovens desamparados pela sociedade endemoniados pela falta da droga. “Não me trataram mal, embora seja traumático ficar amarrada e amordaçada e ter uma arma apontada para a sua cabeça. Mas não tenho mágoa, só peço encarecidamente que me devolvam a única coisa que não posso repor que é esse relógio que foi de meu irmão querido e é a única coisa material que tenho que foi dele. Deixem na caixinha do correio da minha casa, ou qualquer outro lugar, pelo amor de Deus”.
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