07 de junho | 2012

Advogada assaltada por três encapuzados no Santa Ifigênia implora por relógio velho de volta

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 A advogada Mônica M. L. Nogueira, que foi assaltada por três elementos armados com revólveres e facas na noite da última quarta-feira, 06, implora aos ladrões ou a quem recebeu os objetos que foram roubados de sua residência que devolvam um relógio velho da marca Orient (que não está funcionando) que é a única recordação que tem do irmão que morreu aos 16 anos, após muito sofrimento.

Mônica afirma que as outras coisas nem precisam devolver, mas que tenham compaixão e devolvam o relógio que pertenceu ao seu irmão falecido há mais de 20 anos. “Deixem na caixa de correio, ou em qualquer lugar que eu possa encontrar. Pelo amor de Deus. É a única recordação que tenho de meu irmão. Eu tirei do braço dele no dia em que ele morreu. Ele nem está funcionando e não vão conseguir fazer dinheiro dele”, implorou.

Os três indivíduos armados com revólveres e facas, usando moletons e capuzes, chegaram por volta das 21h30 em sua residência na rua Cândido de Souza Lima, no Santa Ifigênia e, na fuga, tentaram levar seu carro, mas não conseguiram porque o câmbio era automático e não souberam dirigir. Então, fugiram a pé.

A advogada conta que foi pega de surpresa com a chegada dos elementos encapuzados anunciando o assalto. “Eles me amarraram, amordaçaram, puseram o revólver na minha cabeça e me deixaram no chão do quarto. Fora isso me trataram bem. Percebi que eram viciados que estavam querendo dinheiro pra comprar droga”, afirmou.

Mônica também contou: “Eu falei que era esposa do Dr. Amado e eles disseram que era para eu não olhar nem pra mão deles, senão a situação poderia complicar. Eu fiquei no chão, sem olhar pra lado nenhum, sem olhar para eles. Senti muita falta de ar eles me trouxeram água. O tempo todo falavam um para o outro para não vai judiar de mim”.

E continuou: “O meu filho Lucas dormia na sala que estava escura e por sorte não acordou, pois senão poderia ter acontecido algo pior. Me levaram para o quarto e fiquei no chão com a mão amarrada e amordaçada. Levaram uma série de coisas, como celular, bolsinha de moeda, talão de cheques, algumas joias, correntinhas e pulserinhas de ouro de meu filhos quando eram crianças, bijuterias, entre outras cosias que não me recordo agora.

A advogada faz questão de mostrar que não sente raiva e nem tem mágoas dos assaltantes e até entende que, pelo fato de eles perguntarem a todo instante por dinheiro, devem ser jovens desamparados pela sociedade endemoniados pela falta da droga. “Não me trataram mal, embora seja traumático ficar amarrada e amordaçada e ter uma arma apontada para a sua cabeça. Mas não tenho mágoa, só peço encarecidamente que me devolvam a única coisa que não posso repor que é esse relógio que foi de meu irmão querido e é a única coisa material que tenho que foi dele. Deixem na caixinha do correio da minha casa, ou qualquer outro lugar, pelo amor de Deus”.

A advogada Mônica M. L. Nogueira, que foi assaltada por três elementos armados com revólveres e facas na noite da última quarta-feira, 06, implora aos ladrões ou a quem recebeu os objetos que foram roubados de sua residência que devolvam um relógio velho da marca Orient (que não está funcionando) que é a única recordação que tem do irmão que morreu aos 16 anos, após muito sofrimento.
Mônica afirma que as outras coisas nem precisam devolver, mas que tenham compaixão e devolvam o relógio que pertenceu ao seu irmão falecido há mais de 20 anos. “Deixem na caixa de correio, ou em qualquer lugar que eu possa encontrar. Pelo amor de Deus. É a única recordação que tenho de meu irmãozinho adorado. Eu tirei do braço dele no dia em que ele morreu. Ele nem está funcionando e não vão conseguir fazer dinheiro dele”, implorou.
Os três indivíduos armados com revólveres e facas, usando moletons e capuzes, chegaram por volta das 21h30 em sua residência na rua Cândido de Souza Lima, no Santa Ifigênia e, na fuga, tentaram levar seu carro, mas não conseguiram porque o câmbio era automático e não souberam dirigir. Então, fugiram a pé.
A advogada conta que foi pega de surpresa com a chegada dos elementos encapuzados anunciando o assalto. “Eles me amarraram, amordaçaram, puseram o revólver na minha cabeça e me deixaram no chão do quarto. Fora isso me trataram bem. Percebi que eram viciados que estavam querendo dinheiro pra comprar droga”, afirmou.
Mônica também contou: “Eu falei que era esposa do Dr. Amado e eles disseram que era para eu não olhar nem pra mão deles, senão a situação poderia complicar. Eu fiquei no chão, sem olhar pra lado nenhum, sem olhar para eles. Senti muita falta de ar eles me trouxeram água. O tempo todo falavam um para o outro para não vai judiar de mim”.
E continuou: “O meu filho Lucas dormia na sala que estava escura e por sorte não acordou, pois senão poderia ter acontecido algo pior. Me levaram para o quarto e fiquei no chão com a mão amarrada e amordaçada. Levaram uma série de coisas, como celular, bolsinha de moeda, talão de cheques, algumas joias, correntinhas e pulserinhas de ouro de meu filhos quando eram crianças, bijuterias, entre outras cosias que não me recordo agora.
A advogada faz questão de mostrar que não sente raiva e nem tem mágoas dos assaltantes e até entende que, pelo fato de eles perguntarem a todo instante por dinheiro, devem ser jovens desamparados pela sociedade endemoniados pela falta da droga. “Não me trataram mal, embora seja traumático ficar amarrada e amordaçada e ter uma arma apontada para a sua cabeça. Mas não tenho mágoa, só peço encarecidamente que me devolvam a única coisa que não posso repor que é esse relógio que foi de meu irmão querido e é a única coisa material que tenho que foi dele. Deixem na caixinha do correio da minha casa, ou qualquer outro lugar, pelo amor de Deus”.
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