20 de outubro | 2024
Aposentada cai no golpe do “falso bancário” e perde quase R$ 34 mil
GOLPES E MAIS GOLPES!
Ela fez transferências de R$ 6 mil, e o golpista ainda realizou um empréstimo de mais de R$ 27 mil.
Um prejuízo de quase R$ 34 mil foi sofrido pela aposentada M.A.M., de 71 anos, moradora do centro de Olímpia, que caiu no golpe do “falso bancário”. Foram feitas transferências e a contratação de empréstimos.
De acordo com o boletim registrado na delegacia de polícia de Olímpia, a aposentada recebeu uma mensagem via WhatsApp, questionando se ela havia realizado determinadas transações em sua conta bancária.
Após negar a realização das transações, ela foi orientada a seguir alguns procedimentos para supostamente devolver os valores à Febraban. A aposentada informou à polícia que fez duas transferências e um depósito, totalizando R$ 6 mil.
Posteriormente, ao procurar a agência bancária e consultar o extrato, ela descobriu um empréstimo no valor de R$ 27.612,35, além de outras transações que não havia realizado.
OUTRO GOLPE
O comerciário J.R.O., de 68 anos, também foi vítima do golpe do “falso bancário”. Ele relatou à polícia que recebeu uma ligação de um suposto funcionário do banco no qual tem conta, afirmando que uma outra pessoa estava tentando fazer um empréstimo em seu nome.
Em seguida, foi encaminhado para um suposto gerente, que o orientou a realizar alguns procedimentos para impedir o empréstimo. No entanto, durante o processo, os golpistas começaram a retirar dinheiro de sua conta, totalizando R$ 26.247,76, por meio de empréstimos pessoais e Pix.
GOLPE DA FALSA FILHA
A empresária L.R.C., de 52 anos, também caiu no golpe da “falsa filha” e perdeu R$ 1 mil na terça-feira, 15. Ela relatou na delegacia que recebeu uma mensagem via WhatsApp, com a foto de sua filha, pedindo dinheiro para pagar um boleto. A empresária, acreditando ser realmente sua filha, fez a transferência, mas depois percebeu que havia caído em um golpe.
COMERCIANTE
O comerciante P.R.B.V., de 28 anos, foi vítima de um golpe ao tentar comprar bebidas (refrigerantes, cervejas e energéticos). Ele perdeu R$ 5.761,00 ao efetuar o pagamento para uma distribuidora de bebidas falsa, que ele havia encontrado na internet e que supostamente seria da cidade de Poá/SP.
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