06 de setembro | 2010

Delegado solta ladrão e caso vira destaque estadual

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O fato do delegado Mário Renato Depieri Michelli não ter confirmado a prisão em flagrante de um suspeito de ter furtado uma empresa e liberado o acusado que fora detido pela Polícia Militar, acabou virando um caso de destaque ao menos estadual.

A situação foi mostrada no Programa São Paulo no Ar, da Rede Record de Televisão, programa comandado pelo jornalista Luciano Faccioli, mostrado para a capital e cidades da Grande São Paulo

(clique aqui e baixe o vídeo com o resumo do programa). Além disso, a notícia que havia sido veiculada na ramificação da emissora na região de São J. do Rio Preto, foi postada no site da emissora, no início da manhã da quinta-feira, dia 2, às 8h38.

Antes de anunciar o trabalho do repórter Leandro Waideman, Faccioli disse “vamos ao interior de São Paulo, vamos à distante cidade de Olímpia, porque um delegado, ele mandou soltar um homem suspeito de furtar uma empresa, esse delegado tomou essa decisão de soltar o cara, mesmo tendo em mãos, mesmo tendo assistido as imagens do circuito interno que incriminava o suspeito, e mesmo assim Tchau filhinho, até a próxima”.


Em seguida aparece a imagem feita pela emissora e o repórter informando que “a porta de madeira ainda está estourada, a mesa aonde ficava o computador restou apenas a CPU”.


O repórter entrevistou o comerciante Roberto Antônio Nalini: “E o alarme que disparou por volta das 23:20 e eu peguei e vim rapidamente pra cá, aonde a gente viu que a porta do escritório estava arrombada e tinha sido subtraído o monitor do computador” disse a vítima.


Na volta Leandro Waideman reforça que “toda a ação do bandido foi gravada por sistema de monitoramento, as imagens mostram o momento que o rapaz arromba a porta com um pedaço de madeira, ele entra e pega o monitor do computador da recepção, na hora que vai fugir ele puxa os fios do aparelho, se atrapalha todo e fica enroscado neles”.


E segue o repórter: “uma hora depois foi que John Lennon Pereira de 20 anos foi preso. O suspeito foi levado, junto com a vítima e também com as imagens do circuito interno, para o plantão policial. Só que depois de ter feito o boletim de ocorrência, John Lennon voltou para as ruas”.


Ainda relatou o repórter que o delegado que estava de plantão, Mario Renato Depieri Micheli, não quis gravar entrevista, “mas ele disse que não fez a prisão em flagrante de John Lennon porque não havia provas concretas contra o rapaz”. A matéria volta a mostrar Roberto Nalini fazendo outra afirmação: “porque não tinha o produto do roubo, mas tinha a imagem dele roubando, a imagem diz por tudo, não é”.


Em seguida o repórter lembra que “John Lennon já e um velho conhecido da polícia, já tem passagem por outros furtos, por tráfico de drogas e porte ilegal de armas, segundo o delegado o suspeito estava preso na cadeia de Severínia e foi solto a uma semana”.


A matéria ainda informa que o delegado João Brocanello Neto voltava de férias naquele dia e a fala do repórter: “o delegado titular de Olímpia voltou de férias nesta quarta feira e assumiu o caso. Pela manhã a polícia civil conseguiu recuperar o computador”.


Por fim aparece Brocanello informando: “já instalei o inquérito policial com relação ao furto qualificado e quero acreditar que com esse procedimento investigatório seja revogado benefícios e ele regresse ai aos xadrezes”.

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