01 de fevereiro | 2026
Do risco de fechar à liderança mundial: o dia em que o Thermas dos Laranjais venceu a seca
Documentário revela como o maior parque aquático da América Latina superou a crise hídrica de 2014 e garantiu o futuro de Olímpia.

Durante a maior seca da história recente da região, o parque enfrentou o desafio técnico e ambiental de manter suas operações sem exaurir as fontes do Aquífero Guarani, momento que definiu a transição da empresa para um modelo de sustentabilidade hídrica absoluta.
DECISÕES ACERTADAS
EM PERÍODO CRÍTICO
A produção audiovisual detalha que o sucesso atual, com cerca de 2 milhões de visitantes por ano, só foi possível graças às decisões tomadas naquele período crítico.
O vídeo narra a corrida contra o tempo para implementar sistemas de engenharia que permitissem ao parque operar com independência das variações climáticas, transformando o que poderia ser um encerramento de atividades em um case global de gestão de recursos naturais.
O PONTO DE INFLEXÃO
NA CRISE HÍDRICA
O material revela que, em 2014, a escassez de chuvas reduziu drasticamente a capacidade de recarga dos mananciais. Para não interromper o fluxo de turistas e preservar os empregos da cidade, o Thermas dos Laranjais investiu pesado em tecnologias de recirculação e tratamento.
Esse sistema permitiu que a água das piscinas, que emerge do subsolo em temperaturas entre 26°C e 38°C, passasse por um ciclo contínuo de filtragem e reutilização, eliminando o desperdício.
BASTIDORES DA ENGENHARIA
A narrativa destaca que essa mudança de mentalidade foi o que garantiu a expansão do parque para os atuais 300 mil metros quadrados.
O documentário mostra os bastidores da engenharia necessária para manter atrações complexas, como a montanha-russa aquática e o Rio Lento, funcionando 365 dias por ano, independentemente do regime de chuvas, consolidando a infraestrutura que hoje é referência internacional.
AUTOSSUFICIÊNCIA
E RECONHECIMENTO MUNDIAL
Com a resolução do problema hídrico, o parque pôde focar em sua estratégia de reinvestimento total do superávit. O documentário explica que, por ser uma associação sem fins lucrativos, o Thermas direciona todos os seus recursos para a criação de novas atrações e melhorias.
Esse ciclo virtuoso levou o empreendimento à quarta posição no ranking mundial da Themed Entertainment Association (TEA), superando destinos tradicionais nos Estados Unidos e na Ásia.
MOLA PROPULSORA
DO DESENVOLVIMENTO LOCAL
Além das atrações radicais, o vídeo enfatiza o papel do parque como indutor do desenvolvimento de Olímpia.
O crescimento do Thermas atraiu grandes redes hoteleiras e transformou a economia local, elevando o município à categoria de Distrito Turístico.
A gestão rigorosa da água, apresentada na obra, é apontada como o pilar que sustenta toda essa cadeia produtiva e garante a segurança sanitária e ambiental dos banhistas.
LEGADO DE BENITO BENATTI E O FUTURO
O documentário também faz justiça à visão do fundador, Benito Benatti e dos gestores, Débora Vicente e arquiteto Jorge Noronha (este o executor de todas os brinquedos do parque desde o início) que mantiveram o foco na inovação tecnológica.
O relato encerra mostrando que o Thermas dos Laranjais continua em expansão, com projetos de novas áreas temáticas que seguem o mesmo padrão de eficiência hídrica estabelecido durante a crise de 2014.
DOCUMENTO TÉCNICO E HISTÓRICO
O plano diretor prevê que o parque continue subindo no ranking mundial, visando as primeiras posições do setor.
Dessa forma, a história registrada no vídeo serve como um documento técnico e histórico sobre como a resiliência diante de uma crise climática pode gerar um modelo de negócio robusto.
Ao priorizar a preservação do Aquífero Guarani e a engenharia de ponta, o Thermas não apenas salvou seu próprio futuro, mas consolidou Olímpia como um dos principais destinos turísticos do planeta.
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