04 de março | 2021
Estado todo vermelhou
A CAMINHO DO CAOS!
Comitê de contingência e prefeitos pediram mais restrições e governo colocou todo o Estado na fase vermelha. Fechamento total de Academias, salões de beleza, barbearias, além da Toque de Recolher antecipado para as 20 horas, geram discussões. Prefeitura deve baixar novo decreto regulamentando.

A fase vermelha autoriza apenas o funcionamento de setores da saúde, transporte, estabelecimentos como padarias, mercados e farmácias, além de escolas e igrejas, que foram incluídas na lista de serviços essenciais por meio de decretos estaduais. Shoppings, academias, e comércios não podem funcionar.
Olímpia, que já vivia a fase vermelha, em relação às novas determinações, se for se adequar através de decreto municipal terá que fechar totalmente as academias, salões de beleza e barbearias, além de seguir o chamado toque de restrições das 23 para as 20 horas todos os dias.
A mudança na classificação do estado ocorre para tentar conter o avanço da pandemia no país, após São Paulo bater recorde de mortos por Covid-19 e internados com a doença.
Atualmente, de acordo com atualização do plano estadual, divulgada na última sexta (26), seis regiões do estado estão na fase vermelha: Araraquara, Bauru, Barretos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e Marília.
Entretanto, algumas prefeituras de cidades da Grande SP e do interior, como Campinas, já tinham determinado medidas mais restritivas do que as do governo paulista.
A gestão estadual também antecipou para as 20h o início do chamado “toque de restrição”. Anunciado no final de fevereiro para todo o estado, a medida entrou em vigor inicialmente das 23h às 5h, com o objetivo de coibir aglomerações e festas noturnas.
As novas determinações de endurecimento da quarentena atendem a pedido do Centro de Contingência do Coronavírus e dos prefeitos do estado, que, em reunião nesta terça, pediram ações mais efetivas para reduzir a circulação de pessoas.
Escolas
A fase vermelha é a mais restritiva do Plano SP e permite o funcionamento apenas de setores essenciais da economia, como farmácias, supermercados, postos de combustível e transportes coletivos, como ônibus, trens e metrô.
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