01 de janeiro | 2017
Fernando Cunha diz que Câmara não tem que interferir no aumento do preço da água
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“É um projeto que fere (tem vício de iniciativa), é de iniciativa do executivo. O legislativo então tenta interferir na definição da questão da administração do Daemo. Eu acho isso uma bobagem, toda vez que tiver que mexer com a tarifa do Daemo ter que consultar a Câmara para ser votado isso e aquilo”, disse ao ser perguntado o que pensava a respeito dessa proposta.
Embora admitindo ser questionado pelos vereadores após o anúncio do novo valor, para Cunha essa responsabilidade tem que ser apenas do prefeito.
“Eu acho que é a Prefeitura que tem que responder por isso. Se a tarifa está alta é ele (prefeito) quem tem que responder por isso e ser questionado pelos vereadores. Assim, acho que foi dentro da legalidade. Eu não interferi nada nesse assunto. Os vereadores fizeram o que eles acharam correto. Se o projeto está ilegal foi rejeitado e nem chegou a ser apreciado”, reforçou.
Pelo menos aparentemente, Cunha não gostou da intenção do vereador, que também disputou a eleição para prefeito, de tirar dos prefeitos locais o poder de reajustar as tarifas cobradas pela Superintendência de Água, Esgoto e Meio Ambiente – Daemo Ambiental.
A apresentação do projeto, de acordo com Ruiz, “é necessário para coibir o poder centralizador, incluindo o poder legislativo como mediador na representação dos interesses da sociedade olimpiense”.
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