26 de junho | 2026

Golpe da casa própria: mulher paga R$ 30 mil via Pix e projeto é cancelado

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Auxiliar administrativa afirma que procurou escritório para financiar imóvel pelo Minha Casa Minha Vida. Após os pagamentos, responsável alegou não ter encontrado terreno adequado e prometeu devolver o dinheiro, mas prazos não foram cumpridos.

Uma auxiliar administrativa de 42 anos procurou a Polícia Civil após pagar R$ 30 mil por um suposto financiamento habitacional e não receber o imóvel nem a devolução do dinheiro. O caso envolve um escritório localizado no Jardim Cisoto, em Olímpia, que teria oferecido a aquisição de uma casa pelo programa Minha Casa Minha Vida.

A vítima, identificada pelas iniciais Q.P.L., afirmou que chegou ao estabelecimento por indicação de uma amiga. Segundo o boletim de ocorrência, o imóvel negociado teria o valor de R$ 280 mil.

PAGAMENTOS FORAM FEITOS POR PIX

De acordo com o relato, a mulher realizou diferentes pagamentos que, somados, chegaram a R$ 30 mil. Todas as transferências foram feitas por Pix.

O beneficiário indicado nas operações foi C.P.S., apontado no boletim como representante da empresa AT. O documento não informa as datas e os valores individuais de cada transferência.

PROJETO TERIA SIDO INTERROMPIDO

Após os pagamentos, a vítima recebeu uma mensagem do responsável pelo escritório informando que não seria possível dar continuidade ao projeto de aquisição da casa.

A justificativa apresentada foi a dificuldade para localizar um terreno considerado adequado para a construção do imóvel.

DEVOLUÇÃO FOI PROMETIDA EM 15 DIAS

Diante da interrupção do negócio, Q.P.L. entrou em contato com um funcionário também identificado como T. para solicitar a restituição dos valores pagos.

Segundo a vítima, inicialmente foi estabelecido um prazo de 15 dias para a devolução. O dinheiro, porém, não foi restituído dentro do período informado.

NOVAS DATAS NÃO TERIAM SIDO CUMPRIDAS

Depois do primeiro prazo, outras datas teriam sido apresentadas para o pagamento. Conforme o registro, nenhuma das promessas foi cumprida.

A mulher procurou o Procon e foi orientada a registrar a ocorrência para documentar o caso e buscar as medidas cabíveis.

CASO FOI REGISTRADO COMO ESTELIONATO

A ocorrência foi registrada como estelionato. O boletim relaciona como investigados C.P.S. e a empresa AT.

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