01 de abril | 2018
Mãe está com medo de levar a filha e a escola pegar fogo

De acordo com Léia Mirian, na noite do dia anterior houve uma reunião na escola envolvendo os pais de alunos, a direção da unidade e a secretária municipal de Educação, Maristela Aparecida Araújo Bijotti Meniti, para tratar da questão da situação em que se encontra o prédio que abriga a escola.
“Tem uma caixa de energia elétrica que quando chove, chove dentro dessa caixa, correndo o risco de um curto circuito na escola e pegar fogo. Estudam mais de 300 crianças lá, imagina acontecer isso. Eles estão esperando acontecer uma tragédia para eles resolverem”, questionou.
Conta essa mãe que falta água para tudo e que a água que as crianças estão bebendo é levada pela professora que busca na sala dos professores. Além disso, a comida que é produzida para os alunos é feita com água de galão que a prefeitura tem mandado para lá.
Outra questão apontada por ela é que há um vazamento –ela não sabe há quantos anos – que pode abrir um buraco grande e as crianças caírem dentro. “Eu não mando minha filha para a aula”, asseverou.
Mas ao contar sobre a reunião da noite anterior, informou que a secretária havia determinado a suspensão das aulas já a partir desta quinta-feira para dar início às reformas necessárias. No entanto, segundo pais de alunos entraram em contato com a reportagem desta Folha da Região, um pouco mais tarde, a secretária teria explicado que a decisão de suspender as aulas poderia ser tomada na próxima segunda-feira, dia 2 de abril. Mas ela, até mesmo em razão do receio que tem, pode ter entendido errado e pensado que já seria a partir de ontem, quinta-feira, dia 29.
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