01 de junho | 2026

Mulher denuncia ameaças e possível descumprimento de medida protetiva no Jardim Silva Melo

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Vítima afirma que investigada continua passando em frente à residência e fazendo ofensas, apesar de determinação judicial que proíbe aproximação e contato.

Uma moradora do Jardim Silva Melo procurou a Polícia Civil de Olímpia para denunciar supostas ameaças e o possível descumprimento de uma medida protetiva de urgência por parte de uma mulher com quem mantém histórico de conflitos. O caso foi registrado em 29 de maio de 2026 como ameaça (artigo 147 do Código Penal) e desobediência (artigo 330).

Segundo o boletim de ocorrência, os desentendimentos tiveram início em 2023, quando a vítima manteve um relacionamento com o então marido da investigada. A denunciante esclareceu, porém, que o relacionamento terminou em outubro de 2025 e que atualmente não mantém qualquer vínculo com ele.

Ainda conforme o relato, após tomar conhecimento do relacionamento, a investigada teria passado a adotar comportamento hostil, incluindo ameaças e ofensas. A vítima afirma que os conflitos se prolongaram ao longo dos anos, resultando em registros policiais e medidas judiciais.

MEDIDA PROTETIVA ESTARIA SENDO DESCUMPRIDA

A denunciante informou que existe uma medida protetiva de urgência em vigor determinando que a investigada mantenha distância e não estabeleça contato com ela por qualquer meio. Apesar disso, a mulher afirma que a investigada continua passando em frente à sua residência e proferindo ofensas.

Segundo o registro policial, um novo episódio teria ocorrido em 28 de maio de 2026, quando a investigada teria passado pelo local acompanhada dos filhos e feito novos xingamentos. A vítima afirma que a situação foi registrada pelas câmeras de monitoramento da residência.

VÍTIMA DIZ TER MEDIDAS PROTETIVAS CONTRA OS ENVOLVIDOS

A mulher declarou à polícia que teme por sua integridade física e pela segurança de suas filhas. Ela também informou possuir medida protetiva contra o ex-companheiro, pai dos filhos da investigada, e manifestou interesse em representar criminalmente pelos fatos narrados.

Documentos apresentados pela vítima indicam que há determinações judiciais em vigor estabelecendo restrições de aproximação e contato. O caso será apurado pelas autoridades competentes, que deverão analisar os relatos, as imagens apresentadas e eventual descumprimento das medidas judiciais.

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