24 de agosto | 2014
ONG recebe chamada até para atender vacas abandonadas
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“Nós recebemos um chamado, uma ligação de Baguaçu, inclusive eu tenho foto dela aí, ela estava possivelmente doente, caída, e os urubus estavam comendo o olho dela viva. Fomos lá junto com a polícia, porém não encontramos ninguém no local. O dono da fazenda não estava e o empregado também não”, afirmou à reportagem desta Folha da Região.
Entretanto, de acordo com ela foi registrado um boletim de ocorrência policial com a finalidade de pelo menos tentar uma punição ao proprietário do animal. “Para chamar esse cara à razão. Porque tudo bem, se animal estava doente, e não tem como, então manda sacrificar, mas não deixar ser comido vivo, sangue escorrendo e os urubus em cima. Nós fomos juntos com a Polícia Militar. Então, é vaca, é cavalo, é tudo quanto é bicho”.
Mas Cidinha Pama conta que há também um problema sério com relação ao recolhimento de gatos: “As pessoas nos procuram e a gente fala para segurar e a gente vai falando e de boca a boca a gente arruma alguém para adotá-lo”.
Segundo ela, “o gato, é muito complicado porque precisa de um gatil, um lugar fechado. No caso do cachorro, qualquer cercadinho você segura, o gato não. Não que a gente não goste de gato, é que não temos lugar para acolhê-los”.
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