17 de dezembro | 2013
Presidente do CRM diz que Santa Casa deveria transportar bebê de Guaraci

O bebê nasceu com peso baixo, na terça-feira passada, e precisou ir para incubadora. Na madrugada de quarta-feira, o estado de saúde piorou e foi pedida a transferência para a UTI Neonatal de Rio Preto. A vaga foi disponibilizada, mas não havia UTI móvel. A prefeitura de Guaraci admitiu que tinha obrigação de liberar a ambulância.
Segundo Teixeira afirmou ao jornal Diário da Região de São José do Rio Preto, o código de ética da medicina prevê que, neste caso, a responsabilidade da transferência seria da Santa Casa de Olímpia. “Inclusive em alguns processos já existem pareceres neste sentido. Quem indica (a transferência) tem que oferecer o transporte”, afirmou o presidente do CRM, que deve investigar o caso.
Teixeira também afirmou que embora o mais adequado seja o transporte em uma UTI móvel, a transferência, em caso de emergência, poderia ser em uma ambulância convencional. “Era preciso que um pediatra acompanhasse”, explica.
A mãe do bebê, a dona de casa Natália Batista da Silva, 21, registrou boletim de ocorrência, e o caso deve ser investigado como homicídio culposo.
Ainda segundo o Diário da Região, a reportagem também tentou contato com a Santa Casa de Olímpia na segunda-feira, no fim da tarde, mas o diretor administrativo, Vivaldo Mendes Vieira, não foi localizado.
Entretanto, na terça-feira, dia 17, Vivaldo Vieira Mendes apenas afirmou a uma emissora de rádio de Olímpia, que tinha tomado conhecimento da informação da declaração do presidente do CRM, de Rio Preto, pela imprensa e que não poderia declarar nada.
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