06 de julho | 2008
Situação covarde mas normal no submundo da política local

Mesmo assim, não deixa de fazer um alerta ao autor ou autores do boletim distribuído na madrugada da sexta-feira, dia 27: "Se você quer mostrar o seu talento e sua competência, não tem que agredir a ninguém para não ser agredido também".
No entanto, ressalta que é uma situação que acontece em várias cidades, vários estados e até outros países: "Então, acho que não representa uma coisa absurda. Eu acho que não representaria nada". Inclusive, para a vendedora há coisas mais importantes para ir atrás do que perder tempo em tentar descobrir os autores.
"Por que? O que vai adiantar? Só vai fermentar mais a situação e, como eles desistiram também. Se eles fossem a luta e batalhar pela cidade, se realmente eles são olimpienses de coração, iam batalhar e correr atrás. Mas como desistiram, porque quererem saber quem é?", questiona.
Idinele continuaria candidata se passasse por situação idêntica: "Desde que você tenha em mente que quer se candidatar ao cargo de política, você está sujeito a várias situações, ou você enfrenta tudo ou nem vai atrás de política".
Para ela é óbvio que um candidato adversário sempre vai "cutucar e pegar pesado" (sic) para o lado da família. "Ele quer atingir o adversário, de que forma?", pergunta. E ela mesma responde: "Humilhando adversário, humilhando a família".
Na opinião de Idinele tanto o dr. Nilton quanto o dr. Celso Mazitelli deveriam ter se encorajado mais quando leram o panfleto: "e falassem assim: não a gente vai lutar por Olímpia sim, porque Olímpia está precisando mudar, Olímpia está precisando de pessoas no cargo político que abracem a cidade de uma certa forma, principalmente no setor de emprego".
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