15 de outubro | 2017

Vítima de queda de avião em Rio Preto tem familiares em Olímpia

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Um dos passageiros que perdeu a vida em razão da queda de um avião em São José do Rio Preto, no início da tarde de segunda-feira desta semana, dia 9, Caíque Caciolato (foto), de 25 anos de idade, que residia naquela cidade, tem familiares que residem em O­lím­pia. Os avós de Caíque são Álvaro Caci­ola­to e Dul­ce Benevides de Souza Caciolato, moradores do Jardim São José, na zona sul da cidade.

Caíque tem muitos parentes na cidade, inclusive um tio, Sidney, que revende a sua marca – Açaí na Rua – na Avenida Aurora Forti Neves. Os parentes estão chocados com o acidente. Caíque esteve em Olímpia alguns dias atrás, contando do sucesso de seus empreendimentos.

Por outro lado, uma grande operação, que durou cerca de quatro horas, foi realizada na tarde desta quarta-feira, dia 11, para a retirada do a­vião monomotor Bo­nanza, que caiu no quintal de uma casa no bairro Alto Rio Preto.

Na queda, além do passageiro Caíque Caciolato, morreram o piloto Wil­li­am Rayes Sakr, de 59 a­nos, e o também passageiro Allyson Verciano, de 33. Três pessoas estavam na casa no momento do acidente, mas nenhuma delas ficou ferida.

A remoção da aeronave foi paga pela família de Wi­l­liam, que contratou uma empresa de guindaste de Rio Preto por R$ 6 mil para erguer o que restou do avião de 1,4 toneladas. Os destroços foram enviados de caminhão para Penápolis.

Toda a parte da frente da aeronave estava destruída e o motor já havia sido retirado por técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), que estão apurando as ca­usas do acidente. Um inquérito policial foi aberto no 1º Distrito Policial, pe­lo delegado Laércio Ce­ne­viva, que deve começar na semana que vem a ouvir testemunhas do acidente, bombeiros, policiais e peritos criminais.

Quanto ao acidente, a família descarta a possibilidade do avião ter caído por pane seca (falta de combustível) e garante que a aeronave tinha passado por rigorosa manutenção há 20 dias em uma oficina de aviões de Rio Preto.

O avião vinha de Tan­ga­rá da Serra (MT), teria arremetido após tentar pousar no aeroporto de Rio Preto e, por causas ainda indefinidas, caiu no Alto Rio Preto. O monomotor modelo Bonanza, foi fabricado em 1960 pela Be­echcraft. Segundo a A­nac, estava com a situação regular.

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