17 de julho | 2026
Mãe invade escola e agride adolescente com chute durante gincana em Olímpia
Estudante de 17 anos relatou que foi atacada pela mãe de uma colega após uma discussão entre equipes. A mulher teria acertado um chute na perna da adolescente e retornado depois ao local acompanhada de outra pessoa.
Uma estudante de 17 anos procurou a Delegacia de Polícia de Olímpia acompanhada da mãe para relatar que foi agredida dentro de uma escola particular da cidade durante uma gincana realizada na noite de 27 de maio. O caso foi registrado como lesão corporal.
Por se tratar de adolescente, a vítima terá a identidade preservada. Segundo o boletim de ocorrência, a confusão começou após o encerramento da atividade, quando a equipe da jovem venceu a competição e uma aluna do time adversário começou a chorar, gritar e chamar os presentes de “roubados”.
DISCUSSÃO COMEÇOU APÓS RESULTADO DA GINCANA
A adolescente contou que foi até a sala buscar a bolsa para ir embora. Quando estava saindo, foi surpreendida pela mãe da estudante da equipe derrotada.
Conforme o relato, a mulher começou a discutir com a jovem e desferiu um chute na perna direita dela. O boletim informa que a adolescente não reagiu à agressão.
OUTRA MULHER TERIA ENTRADO NA CONFUSÃO
Na saída da escola, a aluna que havia se envolvido na discussão voltou a gritar com a vítima. Outra mulher também teria se aproximado em atitude agressiva, mandado a estudante não olhar para ela e encostado a mão em sua perna.
Segundo a vítima, essa segunda mulher afirmou conhecê-la de um salão de festas da cidade.
MÃE DA ALUNA TERIA VOLTADO À ESCOLA
O registro relata ainda que a mãe apontada como autora da agressão presta serviço em um salão infantil e trabalha como fotógrafa.
Depois da confusão, ela teria retornado à escola acompanhada de uma terceira pessoa para falar novamente com a vítima. A adolescente afirmou que não compareceu às aulas no dia seguinte por medo.
ADOLESCENTE FOI ORIENTADA SOBRE REPRESENTAÇÃO
A ocorrência foi registrada como lesão corporal. A vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses para oferecer representação criminal contra a autora.
O boletim não apresenta informação sobre atendimento médico nem detalha eventual lesão provocada pelo chute.
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