28 de junho | 2020
Advogada registra BO contra acusações de pseudo procuradora após cancelamento de manifestação
Afirmações inverídicas e
xingamentos contra a advogada
foram expostos no Facebook.
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A advogada contou que no dia 10 de maio último, ao saber pelas redes sociais de uma convocação para uma megaconcentração às 18:00 horas daquele dia, com comício em frente ao TG, carreata pela Av. Aurora Forti Neves e final nas proximidades de uma empresa que vende lanches, com novo comício e que isto poderia gerar aglomeração, encaminhou ao Prefeito com cópia ao ministério público para que tomassem providência por conta dos decretos estaduais e municipal que estaria sendo desrespeitado.
A Assistente do Promotor entrou em contato telefônico com a declarante para saber quem era o coordenador do evento, tendo a declarante fornecido o nome de um dos organizadores.
POSTARAM QUE ADVOGADA TERIA SIMULADO LIMINAR PARA IMPEDIR MANIFESTAÇÃO
No dia do evento a declarante passou pelo local de carro para verificar se havia sido tomada alguma providência. Lá chegando constatou que havia um pequeno grupo, juntamente com alguns policiais que estavam conversando, mas a declarante observa que não parou para conversar com ninguém. Sequer desembarcou do veículo, não conversou com policial militar no local.
Depois do episódio a declarante tomou conhecimento por meio da rede social Facebook, de que uma mulher chamada Clariana Santos, que é intitulada Procuradora, estaria esclarecendo os fatos e fazendo comentários na internet correlatos a manifestação frustrada em prol do Governo Federal.
Consta nesse esclarecimento que a advogada olimpiense teria obtido junto ao Ministério Público uma “ordem” para impedir uma carreata e que no dia da carreata a declarante teria aparecido com o documento dizendo ter uma liminar que impedia a realização do evento. E, ainda que teria induzido a erro a Autoridade Policial, que orientou os presentes a não realizarem a carreata sob pena de multa.
PSEUDO PROCURADORA ACUSOU A ADVOGADA DE FRAUDE
No post do facebook da pseudo procuradora consta que “quando li me deparei com a fraude, a falácia, o engano arquitetado pela “nobre” advogada. Narra que no post do facebook outras pessoas comentaram e compartilharam o post.
Na ocasião, Monica, apresentou documentos para serem anexados ao boletim de ocorrência entre eles, prints de telas do facebook, e nomes de pessoas que seriam os possíveis autores. O registro seria encaminhado para o SIG para investigações.
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