01 de março | 2020
Escolas pedem mais verba e mais espaço para o samba e os foliões
ÊNFASE NO CARNAVAL! “Precisa valorizar mais o carnaval de rua com participação popular. Jogar blocos nas ruas.
Unidos da Cohab fala em subir verba de R$ 31 para R$ 50 mil.

O presidente da Samba Sem, Calato Monteiro (foto), por exemplo, declarou que a Samba Sem este ano conseguiu recuperar o velho espírito do passado. Nós somos batucada firme, bateria nota 10 e a gente este ano voltou com força total”, declarou.
Sobre o carnaval de Olímpia, Calato entende que a visão que tem é a de que tem bastante coisa positiva. “Mas precisa valorizar mais o carnaval de rua com a participação popular; jogar blocos nas ruas, escolas nas ruas, sair um pouco desse gueto fechado. A gente tem que abrir pro povo, a gente tem que ser uma coisa aberta, a rua tem que ser ocupada pelo povo a exemplo de outras cidades”.
VERBA PRECISA SER NO MÍNIMO DE R$ 50 MIL

Para ele a verba que foi 31 mil reais é pequena. Tinha que ser no mínimo uns 50 mil reais pra gente sair com uma escola mais bonita ainda”, destacou.
ACADÊMICOS E A DIVERSIDADE DO FOLCLORE

Sobre a escola disse que tenta ter como espelho os grandes eventos da área. “Este ano falamos um pouco da diversidade do folclore brasileiro. Não focamos Saci-Pererê, mas de tudo. Falamos dos tambores do maracatu, falamos aí das festividades da festa de peão e entres outras festividades, falamos do Caprichoso e Garantido e é isso que a gente veio trazer pra vocês olimpienses”.
SAMBARENA PROMETE SURPREEENDER EM 2021

O presidente da SambArena conta que é de São Paulo e está na cidade há cinco anos. “Eu conheço o carnaval de São Paulo, já saí em algumas escolas lá e a gente vem trazendo isso. Foi uma surpresa vir como uma escola já nesse ano e pro ano que vem a gente vai vir com tudo, com os patrocinadores aí somando e agregando com algo mais e com muita surpresa. Eu acho que o pessoal vai se surpreender no próximo ano com o SambArena”, destacou.
Sobre o carnaval deste ano, deu a entender que as escolas precisam cumprir os horários predeterminados pra não atrasar as outras. O pessoal vem prestigiar o samba e quando as escolas atrasam acabam as pessoas indo embora, as pessoas mais idosas”, concluiu.
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