17 de Maio | 2015

O que quer a Poesia?

Ivo de Souza O que toda arte quer: emocionar, sensibilizar, denunciar. E quer mais. Quer ser lida e amada por crianças, jovens e velhos (idosos). Quer o bem, o bom, o prazer e a emoção de se sentir viva nas mãos do leitor (aliás, só assim ganha vida verdadeira). Quer o verso e o reverso…

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03 de Maio | 2015

Desgoverno

Ivo de Souza Governar não é arte nenhuma. Basta alguém bem intencionado (com uma ótima assessoria, é imprescindível), não ter o hábito de ficar com o que é alheio (principalmente dinheiro que não lhe pertença) e administrar a cidade como um todo. Não como se a comunidade fosse dividida em nichos: “eu governo pros idosos…

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29 de Março | 2015

Ser Professor e Não Lutar é uma contradição pedagógica (Paulo Freire)

Por: Pedro Ramos de Toledo* (Revista Fórum – 22/03/2015) Na rede pública do Estado de São Paulo, a angústia, a insatisfação e a sensação de fracasso profissional não faltam um único dia. Não abonam, não tiram licença médica e podem ser encontrados na sala dos professores das 7h às 23h, diariamente, entre a copa do…

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22 de Março | 2015

Movimentos Populares e Justiça

Ivo de Souza É evidente que ninguém faz movimentações populares se tudo vai bem. O governo de d. Dilma está (estaria?) ouvindo a voz (rouca, já disse alguém) das ruas. E d. presidenta e outros do primeiro escalão viram-se obrigado a partir para a defesa. Foram à mídia  e soltaram o verbo. É claro que…

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18 de Janeiro | 2015

Casa no Campo

Ivo de Souza Eduardo Giannetti cita o “mágico” Machado de Assis para analisar a economia brasileira, enfim, para falar da condição humana, digamos assim. E coloca a questão: desfrutar o momento ou cuidar do amanhã? Viver o agora ou poupar para o amanhã? Evidentemente, não podemos combinar a vocação da riqueza com a vocação para…

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04 de Janeiro | 2015

Meu velho fraque xadrez

“um trago de boas festas, um trago de boas novas”   João Victor Moré Ramos A dinastia de um homem só, sem tomar partido, tem seus limites e contradições, e mesmo que possua um grande legado amplamente distribuído entre fronteiras do passado e presente, – da colônia ao ocidente – incorre-se no risco de não…

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21 de dezembro | 2014

A menina moça e o direito à cidade das laranjas

João Victor Moré Ramos Em um dia qualquer os “gatos” partiram. Encheram os bolsos e voltaram para suas terras natais. Em uma noite qualquer as laranjas caíram, descascaram a fruta, chuparam até o bagaço daquela bahia, da outra ioa, de uma seleta, mas boa mesmo era a pera. A acidez foi tanta que até mesmo…

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21 de dezembro | 2014

Uma Crônica de Natal (memórias de Silvia e Alice, minhas irmãs)

Ivo de Souza “Mudou o Natal? Ou um mudamos nós?” Hoje o Natal é diferente. O comércio comprou para si o Natal (e nós ajudamos a pagá-lo: somos culpados). E o menino? Em muitos casos, fica lá esquecido em um presépio improvisado, num canto da sala. Minha madrinha, d. Geni, criava, com mãos encantadas, os…

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01 de dezembro | 2014

A cor de nossa pele

Ivo de Souza Como pode alguém, em sã consciência, no pleno uso de suas faculdades mentais, considerar um semelhante inferior apenas por conta da cor de sua pele? Sabemos todos das questões culturais, sociais e econômicas (aqui nem quero falar de moral e ética) em que vicejou (e viceja) o preconceito contra os negros (no…

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03 de Agosto | 2014

Eterna Discussão

Ivo de Souza Ninguém, até hoje, conseguiu definir com precisão (de modo objetivo, conciso…) o que seja arte. E os debates a respeito do tema continuam quentes, acalorados, inconclusos, porém. E continuarão. Seu Ferreira Gullar anda sempre preocupado com a questão. Agora, em relação à arte contemporânea, pergunta se se vive o fim ou o…

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